Detalhes!?!? Para quê!?
O que não é uma menina na vida de um garoto? Por mais que um cara consiga realizar seus objetivos, o que não é uma menina para torná-lo mais interessante? Não entendo ainda o tal efeito mas o mesmo foi o que ocasionou o seguinte fato quando Luiz tinha lá seus 13 anos. Estava andando de skate no térreo do prédio onde morava. De vez em quando observava um de seus amigos descendo a enorme rampa da garagem com seus skates. Era um feito tenso que fazia com que Luiz imaginasse que nunca seria capaz de faze-lo.
Em uma bela tarde de sol resolveu encarar o desafio. Ainda com medo não esqueceu do famoso respaldo. O que fez? Demarcou limites e foi descendo a rampa em etapas. Ao longo do processo, aumentava a dificuldade do empreendimento elevando assim a altura da descida. Cada detalhe era fundamental, um deles estava na tampa do ralo quebrada. Esta só permitia que o skate passasse por um único ponto.
Chegou uma determinada hora, Luiz já estava descendo a rampa por inteiro e sem perceber pois como o processo foi gradativo estava ridículo tal feito. A primeira descida foi digna de comemoração. Esta lhe dava um impulso que permitia a quem a desce contornar todo o jardim do térreo. Lá estavam seus amigos sentados conversando junto com uma menina a qual Luiz era apaixonado.
Nisto, a menina se aproximou de Luiz e falou que estava impressionada com o seu feito, pedindo em seguida para que ele descesse novamente para ela ver. Pronto, era tudo o que ele queria ouvir! Luiz, agora metido, partiu para descer novamente a rampa enorme que já não era tão grande assim.
Lá de cima observou, ascenou para o pessoal e fez questão de descer olhando para aquela bela menina, grande erro! Qualquer detalhe era besteira próximo de ver aquela jovem moça lhe observando. Se esqueceu dos detalhes mas eles não se esqueceram dele. Por um momento percebeu que algo estava errado, Luiz não estava mais no skate e sim voando, pensou rapidamente se não era a sensação que a menina lhe causava. Mas não, o skate já estava parado no ralo a muito tempo e Luiz estava mesmo voando em movimento parabólico numa velocidade promovida por uma força negativa no eixo y. Caiu! Feio! Aos pés da menina, todo arrebentado! Hoje pensa um pouco mais nos detalhes!
Em uma bela tarde de sol resolveu encarar o desafio. Ainda com medo não esqueceu do famoso respaldo. O que fez? Demarcou limites e foi descendo a rampa em etapas. Ao longo do processo, aumentava a dificuldade do empreendimento elevando assim a altura da descida. Cada detalhe era fundamental, um deles estava na tampa do ralo quebrada. Esta só permitia que o skate passasse por um único ponto.
Chegou uma determinada hora, Luiz já estava descendo a rampa por inteiro e sem perceber pois como o processo foi gradativo estava ridículo tal feito. A primeira descida foi digna de comemoração. Esta lhe dava um impulso que permitia a quem a desce contornar todo o jardim do térreo. Lá estavam seus amigos sentados conversando junto com uma menina a qual Luiz era apaixonado.
Nisto, a menina se aproximou de Luiz e falou que estava impressionada com o seu feito, pedindo em seguida para que ele descesse novamente para ela ver. Pronto, era tudo o que ele queria ouvir! Luiz, agora metido, partiu para descer novamente a rampa enorme que já não era tão grande assim.
Lá de cima observou, ascenou para o pessoal e fez questão de descer olhando para aquela bela menina, grande erro! Qualquer detalhe era besteira próximo de ver aquela jovem moça lhe observando. Se esqueceu dos detalhes mas eles não se esqueceram dele. Por um momento percebeu que algo estava errado, Luiz não estava mais no skate e sim voando, pensou rapidamente se não era a sensação que a menina lhe causava. Mas não, o skate já estava parado no ralo a muito tempo e Luiz estava mesmo voando em movimento parabólico numa velocidade promovida por uma força negativa no eixo y. Caiu! Feio! Aos pés da menina, todo arrebentado! Hoje pensa um pouco mais nos detalhes!

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