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Existe o tal lado bom?

Não sabemos mas Luiz, um cara carinhoso, atencioso, bonzinho e fofo, sempre procura um. Ele busca a mulher ideal tentando entender o mundo feminino, acredita que este é o caminho. Por vezes, é tomado por Henrique, um cara sagaz, antenado e disposto a resolver a coisa da forma mais simples possível. Disto tiramos n situações, algumas tristes, algumas divertidas, mas sempre com um lado bom, um aprendizado, um modo diferente de encarar a situação. Se existe o tal lado bom? Descobriremos...

sexta-feira, setembro 30, 2005

Joalheiro...

Luiz estava triste e recorreu a um ser superior para que este lhe dissesse algo que realmente o confortasse: “Maaaanhhhêêêêê! Estou triste, caraca, está feia a coisa, faz cachorro quente!?” A mãe de Luiz, sabiamente, notou que ele não precisava de um cachorro quente, nem de colo, nem ir ao supermercado. Resolveu contar uma história visto que, quando Luiz era pequeno e estava triste, contar uma história já tinha funcionado um dia.

“Certa vez meu pequeno filho, um menino andava triste pelas ruas de uma pequena cidade sem entender o porquê de nunca o notarem. Ele precisava ser notado e visto que não tinha mais jeito, concluiu que só existia uma coisa para findar seus problemas. Esta, era o suicídio. Mas, sempre muito solícito, ao continuar sua caminhada, escutou o chamado de um senhor e foi ver o que se passava. Pensou que, como iria acabar com tudo, pelo menos ajudaria mais alguém.

Ao se deparar com o senhor, este notou que o menino estava muito abatido. Sagazmente, como muitos senhores, arranjou algo para expor sua sabedoria, no caso, lhe pediu um favor. O menino tinha que ir até o centro da cidade com uma pequena pedra e vende-la por 1 moeda de ouro.

O menino então partiu. Já no caminho começou a oferecer o produto. Muitos negaram, todos negaram, até que, depois de muito andar, encontrou uma bela menina. Era linda, seu sorriso, seus olhos, mas enfim, também negou!

O menino, no fim do dia, retornou para a casa do sábio. O senhor, observando a face triste do menino, parou para escutar como foi a jornada do menino. Neste momento o menino concluiu que não servia nem para vender pedrinhas, mostrando se então mais desanimado que quando chegou. O sábio pediu mais um momento, calma e outro favor. Falou para ele não se preocupar pois era apenas uma pedra, lhe confortou dizendo que o que valeu foi o conhecimento que ganhou e pediu então para que o menino levasse a pequena pedra a um joalheiro.

Dia seguinte, já bem cedo, o menino partiu para o joalheiro. Calejado, deixou que o joalheiro fizesse a oferta da pequena pedra. O profissional pegou a pedra, observou bem, fez uma cara de triste, virou para o menino e disse: Meu caro, só tenho como pagar por esta pedra 18 moedas de ouro. O menino ficou espantado e voltou ao sábio que, como qualquer história, tinha uma linda conclusão. O sábio então lhe disse: Não é qualquer um que saberá o valor desta pedra, e nem, qualquer uma que saberá o quanto você vale garoto.”

Agora é fato ter alguém jurando que é joalheiro!

domingo, setembro 25, 2005

Papo para barzinho!

Quanto a tomar na cabeça, era fato que como algo desagradável não iria durar para sempre. Andei lendo coisas soltas e achei um comentário que cabe muito em uma mesa de bar. “Mulher não acredita em homem. Elas acreditam no que gostam de ouvir... É por isso que sou sincero (e como o que quero)”. O engraçado é que quando testei isso parece que vi um mundo novo, tipo, esse negócio de ética, carinho, sinceridade, hoje em dia não trás muitos resultados visto que a pessoa certa não aparenta estar por perto.

Mas voltando ao caso, enquanto Luiz era o poço da sinceridade humana conseguia apenas receber baldes de água fria. É fato que água dentro de um poço naturalmente o enche e com Luiz não foi diferente.

Estava ele sentado em sua faculdade colocando em dia suas contas. Ele fazia comentários em uma planilha bonita, toda colorida, cheia de códigos os quais não permitia uma fácil interpretação. Chegou uma menina conhecida e lhe perguntou: “Luiz, o que você faz hein!?” Luiz prontamente respondeu que estava fazendo um estudo de viabilidade financeira. A menina lhe abriu um belo sorriso se mostrando pronta a escutar qualquer coisa que o Luiz viesse a dizer.

Mas, sabendo que tudo tem dois lados resolveu repetir a experiência. Parou alguns dias após em sua sala de aula e apareceu outra conhecida. Luiz estava na mesma situação e com a mesma planilha que, de certa forma, é bem curiosa. Ela parou ao seu lado e perguntou: “Luiz, que coisa legal, o que você está fazendo!?”. Luiz olhou para a menina e disse que estava organizando suas contas. Ela soltou um simples “ah tá!” e foi embora.

Será que isto faz algum sentido?

terça-feira, setembro 20, 2005

Um sambinha...

Samba do Grande Amor
Chico Buarque

Tinha cá prá mim que agora sim
Eu vivia enfim o grande amor, mentira
Me atirei assim de trampolim
Fui até o fim, um amador
Passava um verão a água e pão
Dava o meu quinhão pro grande amor, mentira
Eu botava a mão no fogo então
Com meu coração de fiador

Hoje eu tenho apenas uma pedra no meu peito
Exijo respeito, não sou mais um sonhador
Chego a mudar de calçada quando aparece uma flor
E dou risada do grande amor, mentira

Fui muito fiel, comprei anel
Botei no papel o grande amor, mentira
Reservei hotel, sarapatel
E lua de mel em Salvador
Fui rezar na Sé prá São José
Que eu levava fé no grande amor, mentira
Fiz promessa até prá Oxumaré
De subir a pé o Redentor

Hoje eu tenho apenas uma pedra no meu peito
Exijo respeito, não sou mais um sonhador
Chego a mudar de calçada quando aparece uma flor
E dou risada do grande amor, mentira

Negócios!

Em face das dificuldades, o ser humano sempre encontra uma saída. Li isso esses dias em algum lugar. E, por que não pensar um pouco a respeito!? Concluímos que Luiz estava em dificuldade e encontramos uma saída. Somamos a isto um pequeno detalhe não menos importante. Um velho ditado dizia que um cara não deveria se preocupar com o azar no jogo pois certamente teria sorte no amor, certo!? E Luiz... Coitadinho... Azar no jogo e azar no amor, como assim!? Nem... Sorte nos negócios!

Estamos inaugurando nossa primeira confeitaria, chama se a confeitaria do Tio Luiz. Com uma variedade enorme de bolos, apresenta um novo conceito no mercado, confiram! Mandaremos um e-mail com os sabores para os interessados pelo nosso trabalho. Junto receberão inteiramente grátis o livro de receitas do Tio Luiz. Este traz um método revolucionário de como conseguir bolos das mais diferentes formas e sabores! Aceitamos encomendas para todo o Brasil!

quinta-feira, setembro 15, 2005

Não, ele não fez isso!

Pior do que Luiz não escutar nenhum de seus consultores, é ele não escutar a si mesmo. Pelo que parece este acabou de rasgar uma boa cifra em função de não utilizar os conhecimentos adquiridos em sua última viagem. Como sempre, continuou fazendo a coisa mais difícil e na cartada final...

Semana seguinte à viajem para Belo Horizonte, Luiz estava em sua casa certo de que dias melhores viriam. Tranqüilo e ainda com um pezinho na internet, estava conversando com sua ex-futura qualquer coisa. O papo estava até bem interessante e Luiz, com o ego lá em cima, nem tocou em qualquer tipo de papo para chamá-la para sair. Este fato era constante uma vez que ele sempre estava pronto para marcar algo com ela. Continuou seu papo e intrigantemente, ela então lhe pergunta sobre os planos para o fim de semana. Este, agora um menino mais responsável, passou então sua programação, seus planos iriam desde festinhas de criança a finalmente abrir livros de faculdade.

Mas ela, ainda não se sabe exatamente o porquê, lhe passou uma incrível programação de fim de semana, regada a muitas festas, noitadas, encontros... Não se importando tanto quanto o de costume, Luiz conseguiu se passar por indiferente. Passado então alguns instantes, ela simplesmente o convida para acompanhá-la. Ahááá! Babão e trêmulo mais uma vez? Nem, parece que nosso amigo melhorou bastante ultimamente. Lembrou de algumas regras e disse que iria pensar, mesmo sabendo que era certo dele não recusar. Dentre as regras tínhamos: “Ok, se está certo que não conseguirá resistir ao convite, pelo menos faça um doce”. E foi o que Luiz fez, passou um bom tempo dizendo que não sabia se iria, mas só dizendo, pois seu ingresso já tinha sido comprado no dia seguinte ao convite.

Então, dia da festa! Realmente pelo local era algo mesmo irrecusável. Luiz convidou sua galera para ir também, estava mesmo na hora de levá-los para uma não furada. Chegando lá conseguiu fechar um grupo maneiro de amigos reunidos. Mas isto nem importava muito visto que a sua ex-futura qualquer coisa estava muito bem presa ao grupo dela. Num momento de sagacidade conseguiu tirá-la de lá. Luiz a levou para um lugar com uma linda vista. A lua estava escondida, estrelas nem sinal, mas ainda assim, Luiz, sem estar babão e trêmulo, tinha como sobrenome o sucesso. Luiz então, olhou pra o céu, para a paisagem, para os lindos olhos castanhos da menina, jogou seu copo de refrigerante fora, fez a famosa contagem regressiva e... Se declarou!

Caraca, tenho que bater muuuuiiiitttooo nele!

Pequeno comentário...

Fim de um fim de semana, Luiz foi a mais uma reunião da diretoria. Para quem não conhece, diretoria é nada mais nada menos que o grupo mais foda de amigos de Luiz. Enfim, todos lá e como de costume foi inevitável aparecer comentários sobre mulheres. Cada um colocou sua posição, mas Luiz, sem histórias interessantes, preferiu se omitir.

Nisto, o centro do assunto foi direcionado para seu amigo mais sagaz neste âmbito. O comentário foi o quão era horrorosa a menina que ele tinha conhecido naquele fim de semana em uma boate. Era muito ruim mesmo. O curioso e o que o Luiz agora toma como exemplo de vida, é que seu amigo não desfez da menina. Ele nem colocou a culpa no nível alcoólico que se encontrava. E ainda assumiu publicamente, pegou mesmo!

Um outro amigo, colocando sua posição, falou que esta atitude mostrava o quando seu amigo era macho. Que homem que é homem pega mulher horrorosa sim! Neste momento, começa a crescer dentro de Luiz um sentimento imenso de paz...

sábado, setembro 10, 2005

Em meio diferente...

De nada adiantou o apelo para prender Luiz em casa não é? Ninguém o fez e estava lá Luiz fazendo suas presepadas. E, depois de estudar o processo viu que cachorro que é cachorro vai à micaretas. Era mesmo hora de ver como aquilo funcionava. Mas não poderia ser uma micareta qualquer. Escolheu uma fora do estado, mais precisamente em Minas Gerais, o lugar onde ao falar um “Oi Gata!” já te denomina um carioca deixando assim meninas com um desejo inigualável em aprender um pouco mais de carioquês.

Preparou suas estratégias, papos espetaculares e excelentes tiradas, enfim, coisas de Luiz. Uma delas, o vale-beijo! Este tinha sobrado no porta luvas de seu carro, visto que, a última que tinha posse de todos eles, não existia mais por uma das jogadas mais idiotas que Luiz fez em sua vida, mas isso é outro post. Ainda assim, Luiz ainda não acreditava que estaria indo naquilo. Mas estava lá, Lulu carioca pegador com seus preparativos. Os vales que levou já foram no bolso de sua calça para não perder tempo. A intenção inicial seria distribuí-los para todas as meninas do ônibus. Luiz estava realmente se sentindo apto para isto. Chegando hora e local, distribuiu apenas quatro pois não contou com o pequeno detalhe, Luiz não tinha deixado o cara tímido em casa.

Mas que momento de reflexão ele teve, gastou um rio de dinheiro neste processo e se via esbarrando em uma de suas principais peculiaridades, a timidez. Guardou os vales consigo, pois se realmente batesse uma alma de cafajeste nele iria precisar deles. Mas o que acontecera com os tais vales distribuídos? Luiz, assim como o ônibus todo, percebeu que uma bela menina que recebera o vale ficou muito desconsertada. Esta, era uma menina muito espontânea e divertida. Foi curioso, pois até o grupo o qual ela pertencia constatou que ela estava sem reação.

Pois bem, Luiz, que só parece bobo, sagazmente ficou por perto daquela que, em algumas horas já teria nutrido o tal carinho especial. E, num momento de sagacidade extrema e aplicando todos os conceitos aprendidos em suas aulas conseguiu enfim trocar o vale. Feliz era o menino que agora tomava conta do íntimo de Luiz, não acreditava que realmente tinha conseguido trocar aquele negócio que nem ele acreditava, mas, estava lá Luiz iniciando com sucesso sua empreitada.

Enfim, Luiz entrando em uma micareta, um momento emocionante que será dado como muito, muito raro. Aqueceu sua estratégia, sacou os vales, decorou frases, enfim, tudo que funcionou um dia. Mas o que não é a vida se não tiver o que aprender não é mesmo? A situação a ser observada era simples, uma questão resume, quanto tempo Luiz levava para completar sua estratégia? Três dias? Uma semana? Meses? Pois é, fator tempo! Estava Luiz com suas jogadinhas para que estas fizessem efeito em menos de 2 horas? Impossível não? Fora o fator concorrência que, ao observar, mostrou que em menos de um minuto concluía a questão!

Visto que precisava mudar imediatamente a estratégia, passou a analisar o que poderia fazer. Lembrou de sua atuação na internet, esta se resumia a mandar milhões de mensagens iguais, e claro, uma caia! Então, que mensagem mandar? Pensou um pouquinho e concluiu que deveria mandar seu belo sorriso recém avaliado por sua linda dentista. Era patético e engraçado, até hoje o que me surpreende é como Luiz é um cara que consegue se divertir sozinho. Ele passou então a rir para meninas que nunca tinha visto! Bom, quando elas o notavam, ele dava língua! Ou fazia careta! Mas não é que ele conseguia se aproximar!?

Ah sim, Luiz também é um cara chato. Lembrou de um filme que o cara só enrolava a mulher, adiando ao máximo o clímax. Mais ou menos parecido jogou esta idéia no processo. Que cara mau! Brincando com os sentimentos das meninas! Estas, chegavam a dar atenção, Luiz se mostrava um cara muito bem humorado, com excelentes tiradas e no auge do sucesso, precisava ir... Fez isso várias vezes e percebeu que é realmente bem fácil. Seu processo foi concluído com sucesso ficando assim satisfeito com as conclusões de sua experiência. Uma delas é que Luiz continuará a caçar a infeliz que fará diferença pois aquelas, infelizmente, não fizeram... E outra, constatou que odeia micareta!

segunda-feira, setembro 05, 2005

Ética! Até isso atrapalha!

Luiz, abandonado mais uma vez, estava na internet. Talvez com um conceito errado de abandono, pois sabemos que não se é abandonado se nunca fora de ninguém. Enfim, Luiz na internet e entediado, muito, muito entediado. A ponto de estar conversando pelo msn ao mesmo tempo em que jogava uma emocionante partida de paciência. Nisto, fica on-line uma das meninas que já teria sido uma forte candidata a estar ao seu lado. Em resumo esta não quis nada com Luiz outrora pois o fator concorrência era alto.

Sem nada a perder, pergunta para a menina se era ela que iria tirar ele do tédio o qual se encontrava. Ela, prontamente, o pergunta o que ele queria fazer. Luiz sugere sair para comer uns pães de queijo com chocolate quente. Ela, gostando da idéia mas com problemas de locomoção, diz que não poderia ir pois estaria sem carro. Para Luiz se este era o único problema, que mal existia em ir à Zona Sul se uma das coisas que mais gostava era dirigir?

E Luiz foi buscá-la para comer pão de queijo. Foi uma das noites mais agradáveis que passara ultimamente visto que, como não havia o compromisso de ter que chegar nela, não teria ficado babão e trêmulo. Do pão de queijo emendaram em umas voltas pela cidade. Passaram horas conversando. Luiz entendeu um pouco mais sobre o conceito de valer a pena. Impossível foi não compará-la com a pangaré que Luiz corria atrás. Viu que existia uma menina que lhe dava uma atenção incrível, mesmo sendo amiga, e outra, a qual estaria destinando seu coração, que apenas o ignorava. Enfim deixou a menina em casa e voltou para sua. Estava certo de que ela teria realmente resolvido seu problema de tédio.

Na semana seguinte, Luiz foi se encontrar com duas amigas de sua irmã. Estava indo para substituir sua irmã no que fosse necessário para ajudar tais meninas. Chegando lá parece que quem precisava de ajuda era Luiz. Estas, escutando as histórias de Luiz, fizeram força para mantê-lo vivo. Após distribuírem muitas broncas em função de Luiz correr atrás de uma menina marrenta, Luiz, para mudar de assunto e melhorar os ânimos, comenta sobre o quão legal foi seu sábado.

Após contar a história, Luiz acreditou que elas ficariam mais calmas. Mas, este foi apenas mais um estopim para que elas continuassem sustentando o ar de revolta. Luiz, de feliz foi convencido a mais uma vez a bobão! Por palavras de uma das meninas e fazendo uma análise sintética do que ocorreu, Luiz saiu com uma menina que estava de bobeira em casa. Isto num sábado em horário nobre. Passou horas com ela e não tentou nada! Absurdo! Luiz se defendendo disse que a menina tinha namorado e que não era nada haver atirar mesmo estando pronto para isto. Mas sua amiga insiste dizendo que não tinha porque dela estar lá se não tivesse o mínimo de admiração por ele. Enfim, elas continuaram dizendo que Luiz realmente deixou o bolo queimar. E, para terminar, ainda simulou um papo da menina que Luiz teria saído com outra suposta amiga...

- Amiga!! Tudo bem? Como foi seu fim de semana?
- Bem legal, fui para lagoa com o Luiz!
- Com o Luiz? Aquele que era apaixonado por você?
- É sim!
- E aí, me conta menina!!
- Ah, nós passeamos e ele me deixou em casa.
- Ih, ele não tentou nada?
- Nada menina, veja só, que lento né!?
- tsc tsc tsc!

Sabe a auto-estima que Luiz teria adquirido naquele sábado? Foi incinerada pois elas o convenceram de que ele realmente errou, de novo! Bom, a vida continua não é mesmo! Mas o que não é uma noite de sono não é mesmo!? Dia seguinte ele, teimoso que só, já não acreditava que teria agido mal, afinal ela tinha namorado.

Luiz se pautou nisto e conseguiu retornar a uma imagem de cara feliz. Passada uma semana. Luiz estava na internet conversando com sua ex-futura qualquer coisa. Intrigado, resolve perguntar do namorado dela, mais precisamente sobre o por quê dela passar tanto tempo na internet e não estar com o pangaré. Ela prontamente responde: “Luiz, eu já terminei tem quase um mês...”

É...