Trancado!?
Já está ficando chato a parte que Luiz fica revoltado com uma ou outra coisa. Porém, parece que deste estado é de onde nascem as histórias mais curiosas. Estava Luiz em casa, entediado e revoltado com o mundo. Nenhuma novidade até aí, mas, sempre em busca de soluções para seus problemas, resolveu observar o que as pessoas faziam ao se encontrarem neste estado. Desta observação lembrou que certa vez uma menina lhe disse que se trancava no quarto de modo a não falar com ninguém, ninguém mesmo. Era um mundo só dela o qual, quando ela se encontrava disposta a encarar o mundo, dali saía. Após lembrar da menina, tínhamos agora um cara muito feliz por iniciar mais uma experiência de vida.
Luiz deixou qualquer meio de comunicação fora do quarto, a coisa estava tão feia que nem as violas ele quis por perto. Simulou um momento de fúria para justificar o fato de não querer ser incomodado e partiu para o quarto. Ao entrar no quarto, não existia um método convencional para trancar a porta visto que chaves, de uma porta de certa de 30 anos, não era uma coisa presente. Logo, a forma para se trancar era puxar a maçaneta de modo a soltá-la da porta. Feito isso verificou que a parte que abre a porta ficou do lado de fora do quarto. Como o objetivo era se trancar, parece que nosso amigo realmente conseguiu.
Que momento feliz. Leu livros, arrumou o armário e até confessa que estudou. Quando estava saciado de estar só, resolveu sair do quarto. Mas como? Ué, a idéia era bater na porta para que algum outro morador daquele apartamento a abrisse. Mas, que morador? Depois de algumas batidas percebeu que estava sozinho em casa. É, patético, mas o que fazer? Lembrou de uma música da Ana Carolina, ela se mostra trancada e pula a janela. Detalhes? Sim, detalhes... Estava ele no terceiro andar de um edifício, se ele pulasse poderia atingir uma velocidade de 60 km. Esta grandeza vetorial, ao ser atingida antes do encontro com o chão, não permitiria que sobrasse muita coisa de nosso amigo.
É, Luiz voltou para sua cama e resolveu dormir. Depois de descansado parou para ver o quanto tempo tinha dormido. Tédio foi o sentimento que se apossou de nosso amigo após perceber que tinha dormido apenas 20 minutos. Ah sim, “quando eu soltar a minha voz...” linda música, porém de cara, descartou a hipótese de gritar por socorro. Parace que hoje em dia, até para se trancar precisa ser profissional.
Luiz deixou qualquer meio de comunicação fora do quarto, a coisa estava tão feia que nem as violas ele quis por perto. Simulou um momento de fúria para justificar o fato de não querer ser incomodado e partiu para o quarto. Ao entrar no quarto, não existia um método convencional para trancar a porta visto que chaves, de uma porta de certa de 30 anos, não era uma coisa presente. Logo, a forma para se trancar era puxar a maçaneta de modo a soltá-la da porta. Feito isso verificou que a parte que abre a porta ficou do lado de fora do quarto. Como o objetivo era se trancar, parece que nosso amigo realmente conseguiu.
Que momento feliz. Leu livros, arrumou o armário e até confessa que estudou. Quando estava saciado de estar só, resolveu sair do quarto. Mas como? Ué, a idéia era bater na porta para que algum outro morador daquele apartamento a abrisse. Mas, que morador? Depois de algumas batidas percebeu que estava sozinho em casa. É, patético, mas o que fazer? Lembrou de uma música da Ana Carolina, ela se mostra trancada e pula a janela. Detalhes? Sim, detalhes... Estava ele no terceiro andar de um edifício, se ele pulasse poderia atingir uma velocidade de 60 km. Esta grandeza vetorial, ao ser atingida antes do encontro com o chão, não permitiria que sobrasse muita coisa de nosso amigo.
É, Luiz voltou para sua cama e resolveu dormir. Depois de descansado parou para ver o quanto tempo tinha dormido. Tédio foi o sentimento que se apossou de nosso amigo após perceber que tinha dormido apenas 20 minutos. Ah sim, “quando eu soltar a minha voz...” linda música, porém de cara, descartou a hipótese de gritar por socorro. Parace que hoje em dia, até para se trancar precisa ser profissional.

2 Comments:
hum...tah parecendo aquelamusica..."eu acordei...tireimeu pijama..."rs! parece q naumaconteceu nada,neh?
bus
Cara, isso realmente aconteceu?
Mais assim, qual a vantagem de se trancar em casa quando não tem ninguem nela?
Abraços!
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