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Existe o tal lado bom?

Não sabemos mas Luiz, um cara carinhoso, atencioso, bonzinho e fofo, sempre procura um. Ele busca a mulher ideal tentando entender o mundo feminino, acredita que este é o caminho. Por vezes, é tomado por Henrique, um cara sagaz, antenado e disposto a resolver a coisa da forma mais simples possível. Disto tiramos n situações, algumas tristes, algumas divertidas, mas sempre com um lado bom, um aprendizado, um modo diferente de encarar a situação. Se existe o tal lado bom? Descobriremos...

segunda-feira, fevereiro 20, 2006

Sailing...

Rio de Janeiro e Luiz feliz com seu novo brinquedo. Depois de quatro anos descobrira que seu carro 1.0 de oito válvulas não era mais um carro e sim um barco. Estava ele na Praça da Bandeira, local da moda em dias de chuva no Rio de Janeiro. E claro, um lugar mais que apropriado para se divertir com seu mais novo brinquedinho.

Ainda feliz, achou num momento de sagacidade que não parecia mesmo um bom momento para estreiar o brinquedo. E, virou na primeira rua que pôde para tal. Tal rua era a mais famosa naquela região, pois em momentos pelo qual passava, de queda extrema do mundo em forma de água, ela se fantasiava de rio! Ele entrou com tanta vontade na rua que quando viu, o que lhe restava fazer era estreiar seu barquinho. Não demorou para Luiz começar a cantar... “Sailing, takes me way to where I’ve always heard it could be...” Só que, infelizmente seu motor de proa estava perdendo força, foi perdendo, perdendo, perdendo e… morreu! Até então não sabia que motor de barco morria mas mórreu…

Neste momento mais descobertas. Após quatro anos e alguns minutos não tinha mais um carro, nem tão pouco um barco, tinha nada mais nada menos que um imóvel, o sonho da casa própria acabara de se realizar. Que menino feliz! Podia fazer de tudo, se jogar em seu sofá, escutar suas músicas e gritar só lamento para os vizinhos.

Mas que vizinhos? Tinha que conhecê-los! Nosso amigo então resolveu sair de casa, aquela vidinha preso já de início não era para ele. Passava um rio em sua porta, ele precisava fazer alguma coisa, e para tal e nada esperto, ao sair abriu a porta... Ops, agora tínhamos um rio dentro de casa! Que bom poder pescar dentro da própria casa.

Patético era o adjetivo que mais se aplicava ao nosso amigo. Foi a um bar próximo para afogar suas mágoas, o dono o orientou para tirar sua casa daquele lugar pois aquele lugar carregava casas, ficou extremamente irritado por não ser informado das condições do terreno e acabou por voltar lá para tirar no braço sua casa do lugar. Nessas horas que ele pensa, porque fará academia se consegue tirar sua casa do lugar no braço? Seus amigos nem entendem isso!

quarta-feira, fevereiro 15, 2006

De novo!?

Mais uma vez vemos Luiz em uma situação nada divertida. Cachorro e cafajeste sem ao menos ter ficado com alguém. Tudo começou num lindo feriado em Ilha Grande, local maravilhoso e cheio de surpresas. Com sua nova política “não estou nem aí para você” de um modo geral, não percebeu que chamara a atenção de uma bela estrela, foi então necessário que fosse avisado que existia uma menina com olhos brilhantes em sua direção. Ao conferir, constatou que eram realmente belos olhos brilhantes. Ao chegar junto os olhos já tinham parado de brilhar, maldito timing!

Dia seguinte a vida continua, constatou que havia outra estrela na mesma situação. Porém, extremamente ético, só pensou em algo, afinal, eram amigas e não seria nada legal fazer alguma coisa a respeito naquele momento. Não entendeu muito o que estava acontecendo pois pela primeira vez ficou claro que percebera que teria interessado alguma estrela, bem gostou dos primeiros resultados de sua nova política. Por fim, manteve contato.

Passado uma semana, troca de e-mails, telefonemas e, convite para sair. Surpreso ficou ao ver que a segunda menina estaria indo para uma parada com ele sem suas amigas. Estava então extremamente feliz por ter sido notado e, como era de se esperar, resolveu tomar uma atitude antes que o tal do timing aparecesse novamente.

Aplicou então todos os seus conhecimentos, visto que a teoria é algo que domina muito bem, com sucesso conseguiu “o momento”. Ao definir a situação esta pára tudo dizendo que Luiz perdera pontos com ela. Luiz, agora com cara de ué, não se conteve, precisava saber o porque. Mas porque ele precisava de um porque? Ele não precisava de um porque mas queria um porque, e? Porque foi o que a questionou...

Esta, cruelmente disse que não sairia nada dali pois na semana anterior Luiz estava interessado na amiga dela... Cara, realmente existe a parte que não é para entender!

domingo, fevereiro 05, 2006

Bichinho de estimação!

O que não seria da vida se não apresentasse inúmeras interpretações. Após ver que lidar com o mundo feminino é mais fácil se não paramos para entender, recebi estes dias mais um modo de ver o que ao menos acontece. Um carinha interessante que curte uma menina interessante, tudo para dar certo até que, esta, na parte que não devemos entender, vira para ele e menciona que ele é um amigo muito legal. Confesso que só estou rindo porque desta vez nem foi com Luiz que aconteceu, mas sou solidário a ele.

A vítima desta crueldade feminina foi um cara conhecido de Luiz. E, a interpretação que chegaram foi: “O amigo é um bichinho de estimação de uma menina.” Isto é, sabe aquele bichinho que quando chega na época do cio parte para a caça? Então... Mas o partir para a caça gera transtornos para sua dona, ele por vezes preso não consegue ir até seu objetivo e fica tenso, uivando, pulando de coisa em coisa, destruindo as almofadas... enfim...

O prender nesse caso estaria relacionado ao desejo do mesmo pela sua dona, fato suficiente para que ele permaneça ali sem notar que seu destino é ficar ali. Se for um pouco esperto ele conseguirá sair disso, que é muito difícil mas, infelizmente, a fuga nem é uma regra.

Porém, para evitar transtornos pois ela realmente gosta de suas almofadas, esta, de modo nada esperto, ao invés de aproveitar da melhor forma tal desejo, e, mais uma vez em outra parte que não devemos entender, castra o bichinho pois assim ele fica ali quietinho, dando atenção, carinho, consolo e menos preocupação.

Aqui cabe apenas um apelo, caros amigos, verifiquem se estão presos em algum lugar e, uma vez constatado isso fujam, pois na parte que não devemos entender, é realmente a melhor alternativa, existem outros tipos de ração!