Dinheiro fácil...
Luiz, num belo dia de sol, resolveu começar uma pequena pesquisa para trocar os pneus de seu carro. Sem levar muito tempo achou o que queria e partiu para a solução da questão. Chegou cedo na oficina e pediu para iniciar o serviço. Ele tinha exatos 600 reais na carteira, valor suficiente para trocar os pneus, fazer um ou outro alinhamento, trocar bicos, balancear, enfim, resolver em definitivo a questão.
Já no inicio do serviço, assistindo a tudo, Luiz notou que tinha algo que não estava batendo. Ele tinha solicitado a troca dos pneus e o que estava vendo não era bem aquilo. Era nada mais nada menos que o desmonte de seu eixo de transmissão dianteiro. Questionou o gerente sobre o que seu mecânico estava fazendo e este lhe orientou que tal serviço era necessário pois seu eixo estava empenado. Empenado por empenado, mexer no eixo não era lá o intuito de Luiz, pedindo então que fossem trocados apenas os pneus. O gerente disse então que para trocar os pneus deveria trocar o eixo, pois uma vez empenado, causaria um gasto desnecessário nos pneus.
Luiz, sempre paciente, perguntou quanto custaria tal reparo. O valor que lhe foi informado somava 700 reais. Tal valor, que Luiz não tinha, o fazia optar por trocar os pneus (que era item necessário para a vistoria anual) ou o tal eixo, que sinceramente não lhe interessava muita coisa. Numa decisão rápida preferiu os pneus, solicitando que seu eixo fosse montado novamente.
Porém, para sua surpresa, o gerente lhe informou que como o eixo estava empenado, não poderia montá-lo, sendo necessário de qualquer forma, colocar um eixo novo. Luiz, se sentou no banco de espera, pegou um jornal e se entreteu. O gerente, após 2 horas, resolveu questionar Luiz sobre qual decisão tomara. Luiz disse para o mesmo que não tinha tal valor para trocar o eixo e que ficaria ali até que seu eixo fosse montado, pois se o eixo saiu, tinha que entrar. Luiz esperaria o tempo que fosse necessário.
O gerente, que deve ter gostado da brincadeira, deixou Luiz a esperar. Luiz, ainda muito feliz com o jornal, percebeu que só restava seu carro na oficina. Como toda empresa normal, tal oficina também tinha um horário definido de trabalho. Mas, com Luiz ali, parecia que seus funcionários não podiam ir embora. O gerente continuava em sua sala sem dar muita importância. Nisto, Luiz foi abordado por um dos funcionários.
O funcionário lhe informou que existia uma máquina que alinhava o eixo. Disse também que montaria o eixo de Luiz mas para tal Luiz devia deixar um “café” com ele. O funcionário alinhou então o carro, não trocaram os pneus e Luiz morreu na bagatela de 10 reais. Lamentável a parte que o gerente deixa de ganhar 600 reais com a troca de pneus em detrimento de falcatruas...
Já no inicio do serviço, assistindo a tudo, Luiz notou que tinha algo que não estava batendo. Ele tinha solicitado a troca dos pneus e o que estava vendo não era bem aquilo. Era nada mais nada menos que o desmonte de seu eixo de transmissão dianteiro. Questionou o gerente sobre o que seu mecânico estava fazendo e este lhe orientou que tal serviço era necessário pois seu eixo estava empenado. Empenado por empenado, mexer no eixo não era lá o intuito de Luiz, pedindo então que fossem trocados apenas os pneus. O gerente disse então que para trocar os pneus deveria trocar o eixo, pois uma vez empenado, causaria um gasto desnecessário nos pneus.
Luiz, sempre paciente, perguntou quanto custaria tal reparo. O valor que lhe foi informado somava 700 reais. Tal valor, que Luiz não tinha, o fazia optar por trocar os pneus (que era item necessário para a vistoria anual) ou o tal eixo, que sinceramente não lhe interessava muita coisa. Numa decisão rápida preferiu os pneus, solicitando que seu eixo fosse montado novamente.
Porém, para sua surpresa, o gerente lhe informou que como o eixo estava empenado, não poderia montá-lo, sendo necessário de qualquer forma, colocar um eixo novo. Luiz, se sentou no banco de espera, pegou um jornal e se entreteu. O gerente, após 2 horas, resolveu questionar Luiz sobre qual decisão tomara. Luiz disse para o mesmo que não tinha tal valor para trocar o eixo e que ficaria ali até que seu eixo fosse montado, pois se o eixo saiu, tinha que entrar. Luiz esperaria o tempo que fosse necessário.
O gerente, que deve ter gostado da brincadeira, deixou Luiz a esperar. Luiz, ainda muito feliz com o jornal, percebeu que só restava seu carro na oficina. Como toda empresa normal, tal oficina também tinha um horário definido de trabalho. Mas, com Luiz ali, parecia que seus funcionários não podiam ir embora. O gerente continuava em sua sala sem dar muita importância. Nisto, Luiz foi abordado por um dos funcionários.
O funcionário lhe informou que existia uma máquina que alinhava o eixo. Disse também que montaria o eixo de Luiz mas para tal Luiz devia deixar um “café” com ele. O funcionário alinhou então o carro, não trocaram os pneus e Luiz morreu na bagatela de 10 reais. Lamentável a parte que o gerente deixa de ganhar 600 reais com a troca de pneus em detrimento de falcatruas...

