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Existe o tal lado bom?

Não sabemos mas Luiz, um cara carinhoso, atencioso, bonzinho e fofo, sempre procura um. Ele busca a mulher ideal tentando entender o mundo feminino, acredita que este é o caminho. Por vezes, é tomado por Henrique, um cara sagaz, antenado e disposto a resolver a coisa da forma mais simples possível. Disto tiramos n situações, algumas tristes, algumas divertidas, mas sempre com um lado bom, um aprendizado, um modo diferente de encarar a situação. Se existe o tal lado bom? Descobriremos...

quarta-feira, abril 20, 2005

Acampei mesmo!?

Ó Ilha Grande, um paraíso, bom, bonito e barato!
Eu já tinha passado alguns dias lá em uma outra época e resolvi retornar com meus amigos. E, como iria acampar, nada melhor que chamar meu estimado amigo Luiz Carlos para dividirmos a moradia. E, como o desafio parecia interessante, várias estratégias foram montadas, uma delas era um método informativo do fim que estaria sendo utilizado a barraca, isto é, um papel escrito pista!

Na segunda noite, resolvi ir dormir mais cedo, coisa de umas 22:00 horas, quando escuto passos próximo a barraca e meu amigo me acorda dizendo para eu ir para o forró. Ignorei-o mesmo porque eu não gostava de forró mas ele insistiu e disse para eu ir para o forró porque o forró estava muito bom e eu tinha que ir, iria mudar minha vida. Era também para eu ir bem rápido porque estava muito bom mesmo. Bom, resmungando resolvi ir ao forró, saímos do camping em direção ao forró e após andar um pouco, percebi que eu estava só. Procurei por meu amigo mas enfim, como o forró estava muito bom, continuei meu percurso.
Chegando ao forró me senti num filme de velho oeste. Vi alguns pedaços de palha rodando em círculos e achei estranho mas não havia mais nada lá. Então, como eu ainda estava com sono, retornei ao camping para assim retomar meu sono. Chegando lá, encontrei minha barraca fechada, e fazendo barulhos esquisitos e pensei comigo, caramba, tem um bicho dentro da minha barraca! Fiquei com medo e ao lado da minha barraca tinha uma cadeira de praia. Esta foi a que me fez compania naquela noite.
No que amanhece as outras pessoas que estavam no camping estranharam o fato de eu estar ali sentado e acordado tão cedo, foi quando, resolvi contar minha história, a que diz que fui ao forró, a rapto do meu amigo por seres da floresta, o bicho que havia dentro da minha barraca enfim, tudo o que aconteceu. Nisso, minha barraca começa a dar gargalhadas de mim, achei estranho pois até então barraca não ria e eu não tinha bebido. O mais curioso é que eu não sabia se tinha um bicho lá dentro ou um ser da floresta mas que estava rindo de mim estava.
Curioso também é que tinha uma senhora no camping preocupada pois sua filha tinha desaparecido na mesma noite, pensei, caramba, existe mesmo o ser da floresta! Não demorou muito mas as coisas passaram a fazer sentido. Como a vida é cheia de aprendizados, acho que existe uma pessoa que precisará comprar uma barraca se quiser acampar de novo!

sexta-feira, abril 15, 2005

Detalhes!?!? Para quê!?

O que não é uma menina na vida de um garoto? Por mais que um cara consiga realizar seus objetivos, o que não é uma menina para torná-lo mais interessante? Não entendo ainda o tal efeito mas o mesmo foi o que ocasionou o seguinte fato quando Luiz tinha lá seus 13 anos. Estava andando de skate no térreo do prédio onde morava. De vez em quando observava um de seus amigos descendo a enorme rampa da garagem com seus skates. Era um feito tenso que fazia com que Luiz imaginasse que nunca seria capaz de faze-lo.

Em uma bela tarde de sol resolveu encarar o desafio. Ainda com medo não esqueceu do famoso respaldo. O que fez? Demarcou limites e foi descendo a rampa em etapas. Ao longo do processo, aumentava a dificuldade do empreendimento elevando assim a altura da descida. Cada detalhe era fundamental, um deles estava na tampa do ralo quebrada. Esta só permitia que o skate passasse por um único ponto.

Chegou uma determinada hora, Luiz já estava descendo a rampa por inteiro e sem perceber pois como o processo foi gradativo estava ridículo tal feito. A primeira descida foi digna de comemoração. Esta lhe dava um impulso que permitia a quem a desce contornar todo o jardim do térreo. Lá estavam seus amigos sentados conversando junto com uma menina a qual Luiz era apaixonado.

Nisto, a menina se aproximou de Luiz e falou que estava impressionada com o seu feito, pedindo em seguida para que ele descesse novamente para ela ver. Pronto, era tudo o que ele queria ouvir! Luiz, agora metido, partiu para descer novamente a rampa enorme que já não era tão grande assim.

Lá de cima observou, ascenou para o pessoal e fez questão de descer olhando para aquela bela menina, grande erro! Qualquer detalhe era besteira próximo de ver aquela jovem moça lhe observando. Se esqueceu dos detalhes mas eles não se esqueceram dele. Por um momento percebeu que algo estava errado, Luiz não estava mais no skate e sim voando, pensou rapidamente se não era a sensação que a menina lhe causava. Mas não, o skate já estava parado no ralo a muito tempo e Luiz estava mesmo voando em movimento parabólico numa velocidade promovida por uma força negativa no eixo y. Caiu! Feio! Aos pés da menina, todo arrebentado! Hoje pensa um pouco mais nos detalhes!

quinta-feira, abril 14, 2005

Início...

Uma hora eu acabaria por me ver utilizando destes meios eletrônicos para contar algumas histórias que claro, não são minhas, de forma alguma, qualquer semelhança é apenas questão de coincidência! Enfim, estarei por aqui e desde já deixo um valeu para a galera que aparecer por aqui!!
Abraços!!