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Existe o tal lado bom?

Não sabemos mas Luiz, um cara carinhoso, atencioso, bonzinho e fofo, sempre procura um. Ele busca a mulher ideal tentando entender o mundo feminino, acredita que este é o caminho. Por vezes, é tomado por Henrique, um cara sagaz, antenado e disposto a resolver a coisa da forma mais simples possível. Disto tiramos n situações, algumas tristes, algumas divertidas, mas sempre com um lado bom, um aprendizado, um modo diferente de encarar a situação. Se existe o tal lado bom? Descobriremos...

sábado, junho 25, 2005

Se declarar!? Jamais!

Parece triste mas demorou para perceber, ah se eu soubesse disto antes! Há um tempo atrás, seguramente, quando um amigo me perguntou se ele deveria abrir seus sentimentos para uma menina, de cara eu disse para ele ir! Ainda ofereci ajuda para fazer uma serenata para ela! Mas hoje, para este amigo, o que tenho a dizer é que eu estava enganado e claro, com toda certeza, ele me dirá que já tinha percebido que eu estava errado! Mesmo porque ele pôde comprovar isto. Parando um pouco para pensar, olhando minha trajetória de idas e vindas de relacionamentos fiz uma pequena contagem. Surpreso fiquei ao perceber o número de vezes que me dei bem ao me declarar! E não foram cinco, nem doze, tão pouco vinte sucessos, foram nada mais nada menos que zero, rosca, nulo, vazio, nada!

Ah sim, mas o que isso tem haver não é? Tudo! Eu estava mesmo errado, hoje recomendo fortemente para meus caros amigos, NÃO se declarem! Pois na verdade isso é método para conseguir amigas! Percebi isso após parar um pouco para pensar, quando me declarei ganhei uma amiga, foi automático. Engraçado não é!? Você se declara e ganha uma amiga, até mesmo aquela menina que não dei muita atenção com olhos no futuro dela ao meu lado se tornou minha amiga! Totalmente eficaz! Bom, quando estiverem sozinhos precisando de atenção, cheguem em uma mulher na rua e digam que querem algo com ela, ela ficará sua amiga! Comecem hoje!

Aprofundando um pouco mais, o ato de se declarar faz com que a menina adquira uma confiança em si absurda, saia do chão, vire uma pateta e esqueça que você é a solução para os problemas dela. Esquece também até que problema tinha! Não entendo muito isso mas é por aí. Outro ponto está ligado a parte da emoção, não há emoção em um cara se declarando para ela. Fica tudo muito óbvio e perde a magia da coisa. Elas querem ser enganadas, precisam estar inseguras ou querem mesmo ser arremessadas na parede, que triste né!? Mas vou parando por aqui pois sinto que se continuar estarei sendo perverso. Afinal naquela parte que elas correm atrás de “pélas sacos” eu estou sendo injusto mesmo porque “pélas sacos” também tem coração não é mesmo!? rs...

Conchavo!

Luiz estava em sua casa numa tarde de sábado com seu violão. E, sem esperar, apareceu uma menina do nada! Fácil assim! Como ele acredita que sempre deveria ser! Esta saiu de uma rodinha de amigas de sua irmã. A rodinha tinha por objetivo que cada menina apresentasse seu irmão por foto. Joana, irmã de Luiz, mostrou a foto de seu irmão de sunga altamente gato num saveiro em Ilha Grande. Apelando!?

Bom, sua irmã chega para ele e diz que ele sairá com ela, o namorado, e a uma menina. Dúvidas eram coisas que emanavam na cabeça de Luiz. Estando assim definido, lá se foi Luiz numa sexta feira levar o pessoal para um belo passeio na lagoa. Luiz apenas conhecia a menina de vista, nem entendia tal interesse dela por sua pessoa, porém o que pensava era em algo do tipo: “Então, estamos aí!”.

Chegado o grande dia, Luiz, agora tenso, babão e trêmulo, buscou todos em suas respectivas casas e foi para a lagoa. Um lugar romântico cheio de coisas legais para fazer que também era uma novidade para Luiz. Ao perceber que a menina já estava ao seu lado no carro, com outro casal no banco de trás, Luiz não conseguiu falar uma palavra. De certa forma, por elas serem amigas de turma, assunto entre elas não faltavam. Falaram mal de meninas, de professoras, conversaram sobre roupas e até sobre política. Tranqüilidade era o Luiz, que até então não teria dito nada, estava até cantando baixinho as músicas que tocavam em seu rádio.

Só que, ainda faltando alguns quilômetros para chegar o destino final, acabou o assunto entre elas. O silêncio era algo só perturbado pelo rádio do carro. Luiz pensou com ele mesmo: “É meu caro, terás que falar!”. Besteira é o que ele falou! Suas primeiras palavras, gaguejando e tremendo foram se a menina teria idéia do real motivo dela estar lá. Surpresa e assustada ela diz que não e Luiz continua. Pois bem, “chegaremos na lagoa, sentaremos bonitinhos em um quiosque e em um momento qualquer minha irmã e o namorado vão sair da mesa e iremos conversar, tá?”. Realmente teria uma pessoa preocupada em deixar as coisas claras. Nisto sua irmã entra numa crise de riso. Luiz não entendeu e ainda tenso continuou a falar asneiras. Tentando corrigir, falou que a irmã e o namorado não tem carro e lhe chamaram para sair, e para ele não ficar sozinho sua irmã chamou ela.

Ainda tenso, viu que teria piorado a situação... Mas ficou feliz pois agora teriam duas meninas em crise de riso no seu carro. Ele não entendeu nada mas por fim a coisa foi esclarecida. Luiz teria dito inicialmente para a menina exatamente o que a Joana teria dito a sua amiga quando combinou tudo há uns dias atrás. Boa saída hein! Hoje Luiz canta mais alto quando fica tenso!

segunda-feira, junho 20, 2005

Preciso de novos óculos!

Esses dias aconteceu algo curioso. Para variar eu estava discutindo com uma amiga sobre o fato de aparecer ou não a pessoa especial, que isto era uma lenda e só existia na minha cabeça. No que paramos na copiadora do bloco C, do nada o assunto trocou de encontrar pessoas para ir à choppadas. Nisto, comentei que a choppada que eu mais gostava na faculdade era a da Escola de Belas artes pelo simples fato de... Bom, fui interrompido por uma outra menina que estava ao lado.

Esta entrou na conversa dizendo que a melhor choppada é a da Engenharia Naval, tentei falar mas ela me cortou de novo, contou uma breve história das choppadas e terminou dizendo que não curtia choppadas. Engraçado mas por um momento me via tão irritado em tentar falar que nem me toquei do que significava o comentário dela.

No que consegui falar eu expliquei que eu curtia a choppada da Escola de Belas artes não porque era uma das melhores mas pelo fato de toda vez saio de lá com o carro cheio de mulheres. Fato este que não existe em se tratando de uma choppada de engenharia. Virei às costas e fui embora. Minha amiga, que já tinha saído meio que de fininho, me alertou para o que eu tinha acabado de fazer. Disse que eu tinha ignorado a mulher, cortado o assunto com dela e ainda mostrei que ela não significava nada para mim. Eu, desligado, fiz a tão famosa cara de ué! E ela continuou explicando que tudo que a menina queria era ser convidada para ir à choppada... E ainda assim quero que as pessoas apareçam!

quarta-feira, junho 15, 2005

Ah vida real!!

Após muitas histórias na web, Luiz, nosso personagem principal, saiu de trás de seu computador e foi à luta baseado numa teoria furada de que conhecer mulheres reais era uma coisa tranquila. Resolveu ir ao show do Pedro Mariano na Lagoa. Para ele até então um lugar que nunca iria, gostava mesmo de ficar em casa. Enfim, se encontrou com o pessoal e partiu para aquela noite que estava prometendo. Sem saber ao certo o que prometia, lá foi nosso amigo.

Chegando ao show, percebeu que gostava de Pedro Mariano, até então para ele era um cara de nome não estranho que vendia seus cd's por um preço abaixo do mercado. Mas o que interessa não é bem o show mas o que estava no show. Nosso amigo lembrou-se do que vivera e montou as metas para aquela noite. Pensando ele chegou à conclusão que em pelo menos uma menina ele tinha que ficar, afinal, tantas ali né!

Bom, eis que ao seu lado é notada a presença de uma que realmente faria toda uma diferença em sua vida pós web. Era uma linda morena de cabelos escuros e óculos! Nada familiar não!? Pois bem, fitou a menina por um bom tempo até que decidiu: É esta! Pronto, tudo o que precisava para passar de um cara calmo para um babão trêmulo! A menina ficou um bom tempo ali perto e quando ele finalmente decidiu se aproximar percebeu que esta já não estava mais ali.

Triste ficou e de certa forma calmo também! Resolveu então assistir o show pois ainda era o que se poderia fazer. Feliz estava pois teria pensado em chegar em uma menina, se deu por satisfeito até que, ela reapareceu! A presença dela o deixava tão tenso que foi necessário um estudo profundo de relações interpessoais para ver uma forma adequada de se aproximar. Bom, começou a tal famosa contagem regressiva para chegar, afinal, não teria ninguém para duvidar dele e assim adiantar o processo. No meio da contagem, resolveu mudar o processo. Pensou rápido e percebeu o céu meio nublado, malandro mudou a tática. Bom Luiz, se você achar duas estrelas no céu, você terá que chegar nela! É, com dificuldade achou uma, ficou um pouco aliviado por não ter mas a obrigação de chegar, mas resolveu olhar para trás e... viu quase trinta! Tentou mudar o método de novo mas seu eu interior o disse: Meu garoto, ta achando que é malandro, vai ter que chegar sim nesta menina!

Bom, acabou de fazer a tal contagem regressiva e num momento de sagacidade percebeu que seus amigos estavam alinhados e a menina era a última daquele alinhamento! Uhhuuww... A partir deste momento foi re-cumprimentando todos os seus amigos até que chegasse a menina. Ao chegar à menina, a cumprimentou também!

Foi tudo o que ele fez. Apenas a cumprimentou. Rolou um conflito interno imenso dentro do mesmo porém, como é complicado ver quem era o incompetente em se tratando da mesma pessoa, resolveu se dar uma segunda chance. Tomou fôlego, contou estrelas, refez a contagem regressiva e..., acabou o show!

Via se um cara frustrado, triste, desanimado, chateado, stressado, e claro, rindo de sua situação. Começaram então os preparativos para ir embora, todos caminhavam em direção às suas casas e Luiz, ainda inconformado, olhou novamente as quase trinta estrelas. Do nada, se despediu do pessoal e resolveu que iria voltar para falar com a menina. E foi o que fez! Voltou mais decidido do que nunca, encontrou a menina com certa facilidade indo sem rodeios até ela!

Quando chegou perto, percebeu que a menina era mais bonita do que tinha percebido antes, logo, só conseguia gaguejar. Ela sem entender ainda continuou lhe dando atenção e tudo o que ele fez foi pedir o e-mail daquela menina. De posse do e-mail, se despediu dela e foi para casa! Mas que progresso hein!

sexta-feira, junho 10, 2005

A alguns períodos...

Calouro, faculdade federal, novos amigos, festas, conceitos. Tudo que um jovem sonhador precisa! Errado! Muita coisa poderia ter sido diferente, principalmente em relação a pequenos bizus que garantem sua estada por menos tempo naquele estabelecimento. O engraçado é que vejo uma imensa contradição no que falam, dizem que a época da faculdade é a melhor parte da vida de uma pessoa. Caramba, não quero nem imaginar o resto da minha vida!

Brasileiro e de certa forma ainda feliz por estar naquela faculdade, repetiu cálculo! Começou em outro período, tudo de novo. Andava cabisbaixo pelos corredores em direção a sua sala, a felicidade estava apenas atrás da porta que ele atravessaria em segundos! E, chegando em sua sala, viu nada mais nada menos que 50 de seus amigos que também teriam repetido! Pensou: Caramba, sou normal!

Feliz ficou e recomeçou até com um gás que ele mesmo não sabia que existia, passou a assistir todas as aulas e criou excelentes esquemas de estudo! Com um mês para se preparar para sua prova, a qual pretendia gabaritar, recebe um comunicado da direção dizendo que teria que mudar de turma, pois aquela estava lotada. Revoltado ficou e como não tinha força para ir contra o sistema, aceitou a mudança de turma.

Foi transferido para a turma de cálculo da engenharia química, ele e mais dois amigos. Chegando lá, passou a não acreditar no que via. Uma sala de uma faculdade pública com todos os ventiladores funcionando, iluminada, cadeiras individuais, e a professora explicando pausadamente a matéria. Uma lenda! Mas não acabou por aí, ao prestar atenção no que realmente ocorria, percebeu que tinham apenas 53 meninas naquela turma. Fato este incrível, pois teria saído de uma sala com apenas 12 meninas, das 12, 5 gatas e das 5, 3 com namorado. Ah sim, as duas que restavam estavam sendo disputadas a tapas!

Mas feliz ficou ao saber que existia algo como aquela nova turma. Ele e seus dois amigos passaram a acreditar realmente que o período da faculdade é o melhor período da vida de um jovem. Bom, só lhes resta uma pequena informação. Nisso, Luiz virou para uma das belas meninas daquela turma e perguntou quando seria a prova. Ela, ao perceber que éramos novos na turma, se mostrou espantada e preocupada conosco. Ela carregava uma péssima notícia. Bom, ela toma fôlego e diz, a prova é na próxima aula.

Opa! Ele lembrou imediatamente que lendas são apenas coisas folclóricas!

domingo, junho 05, 2005

Tenho medo do poder do banheiro feminino!

Algo precisava mudar, não estava muito bom tomar sustos na internet, só para variar claro. Numa dessas empreitadas na internet, totalmente sagaz e já com uma certa facilidade de conhecer meninas ali, continuou sua rotina. Era atualmente um dos caras mais felizes, pois tinha conhecido uma menina que realmente o via como algo diferente de um computador. Engraçado que a definição desta para encontros na internet era algo comparada a um açougue. Você chega no site, encontra o que quer, manda pesar, paga e leva! Enfim, acho que passei a entender um pouco o real significado de filé!

Algumas semanas se passaram e num desses finais de semana com cinema e pipoca, resolvi que deveria levá-la ao meu cinema favorito. Chegando lá, escolhemos um filme da moda e entramos na fila para pagar. Como aquele cinema por vezes é um cinema vazio e quase que particular não era muito complicado de ver todas as pessoas que ali no saguão estavam. Eis que o casal da frente era nada mais nada menos que um composto por uma de suas ex-namoradas, é, existiram ex-namoradas! Esta, curiosa e tensa, me cumprimentou como se fosse uma das melhores amigas que não via a tempo. Para mim, altamente político, tratei-a da mesma forma apesar de no meu íntimo estar extremamente tocado pela aquela cena. Afinal, não teria tido com aquela um desfecho muito bom.

No fundo, eu estava realizado, feliz por ter encontrado e com aquele sentimento de poder dizer: Está vendo! perdeu manézona! Não tenho idéia do que se passou na cabeça da ex, mas rolou um certo interesse dela de permanecer por perto. Eis que, os problemas começaram a surgir. Teríamos quase 2 horas para o início do filme, minha intenção era de comer algo com minha menina e assistir aquele belo filme. Antes de me despedir, a ex, ao se encontrar na mesma situação (tempo enorme para início do filme) sugeriu que comêssemos juntos. A minha menina achou aquilo lindo, pois para ela estaria conhecendo uma das minhas melhores amigas.

É, passei a acreditar que tudo pode ficar tenso por mais boba que seja qualquer tipo de situação. Meu mundo começou a ficar nublado quando me dei conta que estavam os dois casais conversando numa mesa, bom, até aí tranqüilo, mas, elas resolveram ir ao banheiro juntas. Tenso, não sei se consegui disfarçar o quanto incomodado eu estava com aquela situação afinal de contas eu estaria mesmo vendo uma menina que até então já tinha um lugar cativo nas minhas coisas andando com minha ex.

O mistério continuou pois hoje, já grandinho, não entendo o que as meninas fazem no banheiro. Agora, quando essas meninas se tratam de uma ex e uma atual então, como menino altamente imaginativo, cheguei a ter profundas reflexões sobre! Voltaram todos para a mesa, continuamos conversando e comendo e vendo que elas já eram amigas íntimas pensei, nem tem como piorar. Bom, apenas mais alguns segundos e? Não é que elas trocaram e-mail!?

É, as coisas não deram certo com a menina, ainda nem tenho idéia de porque! hehehe... Bom, até então no meu conceito mundo ex-namoradas são seres que se odeiam entre si. Mas não é que hoje elas são as melhores amigas! Fico feliz por promover um pouco dea paz no mundo!