Conchavo!
Luiz estava em sua casa numa tarde de sábado com seu violão. E, sem esperar, apareceu uma menina do nada! Fácil assim! Como ele acredita que sempre deveria ser! Esta saiu de uma rodinha de amigas de sua irmã. A rodinha tinha por objetivo que cada menina apresentasse seu irmão por foto. Joana, irmã de Luiz, mostrou a foto de seu irmão de sunga altamente gato num saveiro em Ilha Grande. Apelando!?
Bom, sua irmã chega para ele e diz que ele sairá com ela, o namorado, e a uma menina. Dúvidas eram coisas que emanavam na cabeça de Luiz. Estando assim definido, lá se foi Luiz numa sexta feira levar o pessoal para um belo passeio na lagoa. Luiz apenas conhecia a menina de vista, nem entendia tal interesse dela por sua pessoa, porém o que pensava era em algo do tipo: “Então, estamos aí!”.
Chegado o grande dia, Luiz, agora tenso, babão e trêmulo, buscou todos em suas respectivas casas e foi para a lagoa. Um lugar romântico cheio de coisas legais para fazer que também era uma novidade para Luiz. Ao perceber que a menina já estava ao seu lado no carro, com outro casal no banco de trás, Luiz não conseguiu falar uma palavra. De certa forma, por elas serem amigas de turma, assunto entre elas não faltavam. Falaram mal de meninas, de professoras, conversaram sobre roupas e até sobre política. Tranqüilidade era o Luiz, que até então não teria dito nada, estava até cantando baixinho as músicas que tocavam em seu rádio.
Só que, ainda faltando alguns quilômetros para chegar o destino final, acabou o assunto entre elas. O silêncio era algo só perturbado pelo rádio do carro. Luiz pensou com ele mesmo: “É meu caro, terás que falar!”. Besteira é o que ele falou! Suas primeiras palavras, gaguejando e tremendo foram se a menina teria idéia do real motivo dela estar lá. Surpresa e assustada ela diz que não e Luiz continua. Pois bem, “chegaremos na lagoa, sentaremos bonitinhos em um quiosque e em um momento qualquer minha irmã e o namorado vão sair da mesa e iremos conversar, tá?”. Realmente teria uma pessoa preocupada em deixar as coisas claras. Nisto sua irmã entra numa crise de riso. Luiz não entendeu e ainda tenso continuou a falar asneiras. Tentando corrigir, falou que a irmã e o namorado não tem carro e lhe chamaram para sair, e para ele não ficar sozinho sua irmã chamou ela.
Ainda tenso, viu que teria piorado a situação... Mas ficou feliz pois agora teriam duas meninas em crise de riso no seu carro. Ele não entendeu nada mas por fim a coisa foi esclarecida. Luiz teria dito inicialmente para a menina exatamente o que a Joana teria dito a sua amiga quando combinou tudo há uns dias atrás. Boa saída hein! Hoje Luiz canta mais alto quando fica tenso!
Bom, sua irmã chega para ele e diz que ele sairá com ela, o namorado, e a uma menina. Dúvidas eram coisas que emanavam na cabeça de Luiz. Estando assim definido, lá se foi Luiz numa sexta feira levar o pessoal para um belo passeio na lagoa. Luiz apenas conhecia a menina de vista, nem entendia tal interesse dela por sua pessoa, porém o que pensava era em algo do tipo: “Então, estamos aí!”.
Chegado o grande dia, Luiz, agora tenso, babão e trêmulo, buscou todos em suas respectivas casas e foi para a lagoa. Um lugar romântico cheio de coisas legais para fazer que também era uma novidade para Luiz. Ao perceber que a menina já estava ao seu lado no carro, com outro casal no banco de trás, Luiz não conseguiu falar uma palavra. De certa forma, por elas serem amigas de turma, assunto entre elas não faltavam. Falaram mal de meninas, de professoras, conversaram sobre roupas e até sobre política. Tranqüilidade era o Luiz, que até então não teria dito nada, estava até cantando baixinho as músicas que tocavam em seu rádio.
Só que, ainda faltando alguns quilômetros para chegar o destino final, acabou o assunto entre elas. O silêncio era algo só perturbado pelo rádio do carro. Luiz pensou com ele mesmo: “É meu caro, terás que falar!”. Besteira é o que ele falou! Suas primeiras palavras, gaguejando e tremendo foram se a menina teria idéia do real motivo dela estar lá. Surpresa e assustada ela diz que não e Luiz continua. Pois bem, “chegaremos na lagoa, sentaremos bonitinhos em um quiosque e em um momento qualquer minha irmã e o namorado vão sair da mesa e iremos conversar, tá?”. Realmente teria uma pessoa preocupada em deixar as coisas claras. Nisto sua irmã entra numa crise de riso. Luiz não entendeu e ainda tenso continuou a falar asneiras. Tentando corrigir, falou que a irmã e o namorado não tem carro e lhe chamaram para sair, e para ele não ficar sozinho sua irmã chamou ela.
Ainda tenso, viu que teria piorado a situação... Mas ficou feliz pois agora teriam duas meninas em crise de riso no seu carro. Ele não entendeu nada mas por fim a coisa foi esclarecida. Luiz teria dito inicialmente para a menina exatamente o que a Joana teria dito a sua amiga quando combinou tudo há uns dias atrás. Boa saída hein! Hoje Luiz canta mais alto quando fica tenso!

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