Amiga curiosa também se perde!
Ê sina! Luiz se via novamente apaixonado por uma amiga, esta, não demorou a entrar no grupo das melhores. Atenciosa, carinhosa, se importava com Luiz e claro, longas conversas ao telefone. Hoje Luiz acredita realmente que este negócio de telefone não quer dizer muita coisa não, afinal, mulheres gostam de falar. Enfim, a amizade se tornou de longa data e Luiz guardando aquele sentimento especial só para ele. Estudavam juntos, viajavam juntos, saiam juntos, enfim, juntos o tempo todo.
E Luiz, firme e forte, esperando que um dia ela o percebesse. Mesmo porque já estaria um pouco cansado de perder amigas, dói! Num dia desses, Luiz estava na casa de sua amiga repassando a matéria quando Carlos liga para Luiz. Luiz erroneamente deixa Carlos falar com a menina. Carlos, sabendo de toda história não perdeu tempo em soltar verdes fluorescentes para a menina que, sagazmente percebeu e não falou nada. Voltando a falar com Luiz, Carlos disse que já teria resolvido o problema, fato este que deixou Luiz extremamente preocupado.
E claro, fim do dia, tudo concluído, a vida continua. A menina foi capaz de ficar pensando durante uns 3 dias sobre o que Carlos lhe falara. Numa dessas ligações ela entra com uma história de uma amiga dela, papo furado. Esta estava com um problema que era relacionado a um amigo dela, ela acreditava em amizade homem e mulher e não aceitava o fato do amigo dela estar afim dela. Nisto Luiz com seus comentários irônicos soltou um singelo “aham, continue...” E ela continua: Então Luiz, você ficaria com uma amiga sua?
Pronto! Olha aí o babão trêmulo, e novidade, por telefone... Ele, não sei porque disse que depende. A menina não entendeu a resposta, queria muito que Luiz fosse claro mas ele relutou em responder. Chegou um ponto que Luiz ligou o botãozinho do fo#%2-se. Quer saber menina, disse Luiz, não ficaria não mas se tratando de você não tenha dúvidas que faria isso! Ficou um clima meio estranho, de surpresa e medo e sei lá, acho que por parte dela também. Por Luiz a vontade que tinha era de sair correndo até o trabalho dela, passando antes numa floricultura e bla bla bla bla, coisas de Luiz... rs... bom, conseguiu se controlar mesmo porque teria muito trabalho a fazer.
Porém, a noite, ele iria encontrá-la pois teria que entregar a ela parte da matéria para a prova da semana seguinte. No local marcado lá estava a menina que, ao invés de uma cara de revolta muito conhecida por Luiz estar quase 40 minutos atrasado, apresentava uma cara de ué! Não sei definir com palavras a cara de ué. Luiz, tentou agir como se nada tivesse acontecido, entregou o que ele a devia e se despediu. No que partiram, Luiz, tomado por uma força nunca antes vista, vira e grita por ela. Espere menina! Ela se vira e fica estática esperando algo, Luiz, não entendendo o recado, saca de sua bolsa um saquinho de pão de queijo e entrega para ela, afinal, ela estava vindo do trabalho, amava pão de queijo e deveria estar com fome. Luiz então lhe entrega o saquinho, se despede novamente e claro, continuou, desta vez sem querer, mantendo o processo de fazer e desfazer amigas.
E Luiz, firme e forte, esperando que um dia ela o percebesse. Mesmo porque já estaria um pouco cansado de perder amigas, dói! Num dia desses, Luiz estava na casa de sua amiga repassando a matéria quando Carlos liga para Luiz. Luiz erroneamente deixa Carlos falar com a menina. Carlos, sabendo de toda história não perdeu tempo em soltar verdes fluorescentes para a menina que, sagazmente percebeu e não falou nada. Voltando a falar com Luiz, Carlos disse que já teria resolvido o problema, fato este que deixou Luiz extremamente preocupado.
E claro, fim do dia, tudo concluído, a vida continua. A menina foi capaz de ficar pensando durante uns 3 dias sobre o que Carlos lhe falara. Numa dessas ligações ela entra com uma história de uma amiga dela, papo furado. Esta estava com um problema que era relacionado a um amigo dela, ela acreditava em amizade homem e mulher e não aceitava o fato do amigo dela estar afim dela. Nisto Luiz com seus comentários irônicos soltou um singelo “aham, continue...” E ela continua: Então Luiz, você ficaria com uma amiga sua?
Pronto! Olha aí o babão trêmulo, e novidade, por telefone... Ele, não sei porque disse que depende. A menina não entendeu a resposta, queria muito que Luiz fosse claro mas ele relutou em responder. Chegou um ponto que Luiz ligou o botãozinho do fo#%2-se. Quer saber menina, disse Luiz, não ficaria não mas se tratando de você não tenha dúvidas que faria isso! Ficou um clima meio estranho, de surpresa e medo e sei lá, acho que por parte dela também. Por Luiz a vontade que tinha era de sair correndo até o trabalho dela, passando antes numa floricultura e bla bla bla bla, coisas de Luiz... rs... bom, conseguiu se controlar mesmo porque teria muito trabalho a fazer.
Porém, a noite, ele iria encontrá-la pois teria que entregar a ela parte da matéria para a prova da semana seguinte. No local marcado lá estava a menina que, ao invés de uma cara de revolta muito conhecida por Luiz estar quase 40 minutos atrasado, apresentava uma cara de ué! Não sei definir com palavras a cara de ué. Luiz, tentou agir como se nada tivesse acontecido, entregou o que ele a devia e se despediu. No que partiram, Luiz, tomado por uma força nunca antes vista, vira e grita por ela. Espere menina! Ela se vira e fica estática esperando algo, Luiz, não entendendo o recado, saca de sua bolsa um saquinho de pão de queijo e entrega para ela, afinal, ela estava vindo do trabalho, amava pão de queijo e deveria estar com fome. Luiz então lhe entrega o saquinho, se despede novamente e claro, continuou, desta vez sem querer, mantendo o processo de fazer e desfazer amigas.

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