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Existe o tal lado bom?

Não sabemos mas Luiz, um cara carinhoso, atencioso, bonzinho e fofo, sempre procura um. Ele busca a mulher ideal tentando entender o mundo feminino, acredita que este é o caminho. Por vezes, é tomado por Henrique, um cara sagaz, antenado e disposto a resolver a coisa da forma mais simples possível. Disto tiramos n situações, algumas tristes, algumas divertidas, mas sempre com um lado bom, um aprendizado, um modo diferente de encarar a situação. Se existe o tal lado bom? Descobriremos...

quarta-feira, novembro 30, 2005

Projeto Lua!!

Era noite e Luiz estava em uma festa no Morro da Urca com seus amigos. Tinha acabado de se declarar e o resultado disso todos nós já conhecemos. É sério meus amigos, não se declarem... Mas Luiz, ainda perplexo e quase se jogando lá de cima uma vez que estava claro que não existia uma saída legal para tudo o que acreditava, foi surpreendido por seu amigo Ferreira, que, chegou até ele e disse que precisava de ajuda. Esta era com uma garota e Ferreira via em Luiz o cara ideal para ajudá-lo nesta empreitada.

O mundo parou por uns instantes enquanto Luiz analisava a situação. Como assim Ferreira queria a ajuda dele para com uma menina? Será mesmo que era capaz de ajudá-lo? E o engraçado era em como poderia ajudá-lo uma vez que a cerca de alguns poucos dez minutos atrás teve certeza que era uma negação neste âmbito. Bom, Luiz abraçou a missão certo de que faria tudo para que com o amigo dele a história fosse outra.

Voltando ao mundo perguntou para seu amigo do que se tratava. Ele contou a história de uma bela menina que trabalhava em uma academia como recepcionista. Esta o conduziu por um tour na academia, era a primeira vez que ela mostrava a academia a alguém e a partir dali notou se que as descobertas iam muito além daquele passeio. Ferreira continuou explicando os detalhes e Luiz já certo de encarar a missão. Brincando disse para seu amigo que precisávamos de um nome para o projeto e este o denominou Projeto Lua.

Ferreira montou uma caixa com inúmeras coisas para a menina, dentre elas um CD, um livro e um fone de ouvido. O livro explicava como ela deveria ouvir o CD que, simulava um tour por um mundo paralelo de modo a retribuir a maravilhosa tarde que passara ao lado dela na visita à academia, foda! Foi um trabalho árduo de seu amigo até chegar ao ponto perfeito do que ele queria mostrar a ela. Luiz chegou a achar que seu amigo estava um tanto chato com a riqueza dos detalhes, mas enfim, projeto era projeto.

Passado mais um tempo Luiz perguntou onde é que ele entrava nisto uma vez que não tinha feito nada ainda, seu amigo apenas sorriu quando Luiz percebeu que só faltava entregar a caixa para a menina. Tenso?! Demais!! Luiz se viu extremamente preocupado com tamanha importância que ele teria neste processo. Chegou a pensar em fazer um curso relâmpago de atuação, mas tal, não teria tempo suficiente para adquirir todo o aprendizado necessário para certa tranqüilidade na missão.

Na terceira tentativa que Luiz conseguiu entregar o presente. Ocorreram desencontros quanto a encontrar a menina no local. Quando finalmente a encontrou lá, Luiz já estava íntimo das demais atendentes, até brincou dizendo que iria mandar uma caixa parecida para uma delas. Só ao entregar a caixa que Luiz teve a exata noção do tamanho da audácia de seu amigo, era o que explicava muita coisa sobre o nome ser projeto Lua. A menina seguramente era a mais Linda que Luiz já conversara em sua vida. Ela adorou o presente e é o que sabemos até aí. A partir dali, Luiz viu que não era necessário se jogar do Morro da Urca pois as coisas em que acredita realmente existem! Mas que Lua linda...

sexta-feira, novembro 25, 2005

Tudo novo de novo...

Luiz, após um papo esclarecedor sobre seu mais novo ramo de atuação no mercado feminino, voltou para sua vidinha certo de que resolveria muita coisa a partir dali. Confesso que estou adorando o clima de otimismo adquirido ultimamente apesar do governo federal não estar cumprindo com suas expectativas.

Estava lá Luiz em sua mesa de trabalho, entrou no raio do MSN e sua ex futura qualquer coisa on-line. Entrou já sabendo que não seria uma boa iniciar um papo, nem sabendo exatamente o porquê de desbloqueá-la, mas, tem muita coisa que ainda não tinha controle. Uma delas era seus sentimentos perante aquela moça. Não entendia mesmo o porquê da rejeição conseguida outrora nem tão pouco o que ela tinha que o deixava daquela forma, já pensou em apagá-la de tudo, celular, MSN, orkut... Mas não, a deixou ali com aquele resquício de esperança existente em qualquer brasileiro, baseado que as coisas podem ser diferentes, ou podiam. Curioso é como isso pode ou não fazer diferença significativa no decorrer do dia.

Eis que, quando já se encontrava um tempo on-line e sem puxar assunto, o programa acusa um chamado de mensagem, foi conferir e era nada mais nada menos que ela? Nem, a bicha do Vieira, um amigo de infância, zoando Luiz por estar trabalhando no dia do funcionário público, afinal, Luiz não era funcionário público. Voltou então ao nome da menina, clicou duas vezes, tempo necessário para abrir a caixa de mensagens e aparecer a foto daquela bela menina. Começou a digitar algo do gênero, um oie, ou um oi moça, oi você, coé, psiu, enfim, muitas possibilidades. Quando então parte para clicar no enviar, ela movida por algo que não sabe qual foi, fica offline... Mais um dia resistindo bravamente... Uhhhuuuuuww!!

Doía saber por terceiros que ela não estava bem, doía mais saber que ela não foi capaz de ao menos ver o que Luiz propusera então, o que ele fez? Voltou a bloqueá-la, bela forma de resolver as coisas não? Mas hein, que tempinho chato!

Volúvel, canalha e sem coração...

Exatamente a expressão que Luiz ouvira na volta do aniversário de seu amigo Ferreira. No carro, ele e mais uma menina que, surpreendentemente, revelou que era leitora assídua destas histórias. Após 10 minutos de viagem, restando lhes ainda cerca de 30, o assunto caiu no tema da moda, “A banalidade dos relacionamentos em linhas gerais (Pesquisa e Extensão)”. Luiz, com sua opinião já formada sobre o assunto e de modo a não criar polêmica visto que eram 2 da manhã, iniciou já concluindo, “Eu que sou o errado nisso e vou ficar assim até que haja uma reforma no sistema afetivo da sociedade”. Seria como acreditar que um dia haverá reforma na previdência, reforma tributária, reforma trabalhista ou até mesmo o fim da reforma do banheiro lá de casa...

A menina com um ar de revolta, o contestou dizendo que ele não era nada do que dizia ser, afirmou isto baseada nas histórias que aqui lia, enfatizando que, ao fazer isso, foi capaz de contar pelo menos 20 mulheres diferentes em menos de 1 mês... Fora os casos em que ele sofria de cisma absurda por uma em um dia e ser capaz de bater com o carro por outra após 3 dias corridos...

Luiz iniciaria neste momento uma profunda gargalhada se não tivesse notado que ela estava falando sério. E sabemos que mulher falando sério pode ser traumático! Era uma acusação muito grave, pensou Luiz. Tentou de pronto imaginar onde foi que ele escreveu sobre 20 garotas diferentes e como tinha um controle absurdo sobre a situação. Lembrou que melhorou significativamente agora, 20? Parou para analisar se sua boca ainda estava no mesmo lugar pois, do jeito que acredita na intensidade das coisas, fatalmente lhe teria causado algum problema de câimbra. De cara não encontrou uma resposta mais certamente levou a questão para casa de modo que, após um belo sono, chegasse a uma conclusão.

Acordou cedo já partindo para suas pesquisas, deu uma olhada em livros, sites e comunidades de caras volúveis, canalhas e sem coração no orkut. Obteve assim, uma visão ampla do contexto. Surpreso ficou ao notar que chegou a pelo menos 3 conclusões. Uma delas era que a menina estava lhe dando mole e ele não percebeu (normal). A outra foi que a porção de batata frita que comeram não estava legal, causando assim, um desconforto seguido de um desabafo no meio do que ela sentia em relação ao tema que, sabemos que incomoda um grupo considerável de pessoas. Por último tínhamos que ao observar o título que ela tinha, tudo passava a fazer sentido. Era amiga de sua irmã logo se enquadrava nas orientações do Rei de Ramos.

A questão é: O que observam de Luiz? Diriam?

domingo, novembro 20, 2005

E agora??

Luiz, não daria mais bola para gordinhas pois são tão complicadas e difíceis quanto qualquer mulher gata. Tão pouco para as amigas de sua irmã visto que apesar de muitas vantagens infelizmente receberam algum tipo de orientação dela quanto a relacionamentos. Também não correria atrás de magrelas pelo mesmo motivo das gordinhas... Mas, e as meninas que estudam engenharia? Um devaneio! Além da quantidade de bocós que as cercam, ainda possuem dentro de si uma base estúpida que não permite que façam nada diferente do racional. Não entrarei no mérito de falar sobre psicólogas, pedagogas, professoras, arquitetas ou estudantes de letras. Meninas micareteiras já o fizeram feliz um dia, mas hoje... Caraca, e agora?

Semana passada Luiz foi a mais uma reunião da diretoria, como sempre lucrativa em muitos âmbitos, o que conseguiu foi ver que tem algo muito errado, seu foco. Isso está virando clichê, mas enfim, em essência temos um cara atencioso, carinhoso, bonzinho e fofo. Esta categoria faz com que ele entre num quadro em potencial de cara para se casar, porém com a banalização dos relacionamentos, hoje em dia fica complicado de arrebatar um coraçãozinho que se veste com uma carapuça hipócrita que diz: “Não quero me envolver!” Então, fica impossível Luiz resolver seu problema que, por incrível que pareça, era dar uns beijinhos e ser feliz!

Pronto, e agora? O conselho da diretoria chegou a seguinte conclusão: Luiz precisava ir atrás de loiras, loucas, devassas e sedentas por sexo! Resumindo podemos colocar as que recebem o título de cachorronas pois estas que procuram caras como Luiz. Em uma primeira análise podemos dizer que, uma vez sem coração, utilizam-se destes caras para se dar bem em uma ou outra coisa. E, como não possuem muitas neuras, conseguem trabalhar bem o fato de receber uma ligação carinhosa no dia seguinte. Visto que Luiz estava um cara mais espertinho com meninas que já vem com essa intenção, ele seria um alvo fácil, conseguiria resolver seu problema e na hora de fazer o papel de patinho surpreenderia a moça com sua nova política “não é bem por aí!”.

Focado nisso, partiu ao trabalho. Estava Luiz e seu consultor, Rodrigues, em uma boate perto de casa. Não foi difícil encontrar uma menina assim na night, a avistaram no bar conversando com uma amiga. Luiz parou ao lado com sua famosa coca-cola com gelo e limão recheando em seguida o assunto delas com um de seus comentários brilhantes, sendo notável. Ainda ao lado, trabalhou de forma a não dar muita moral partindo para dar umas voltas no lugar, dançar, conhecer mais um pessoal, enfim..

Mas, voltando ao foco, já se aproximou das meninas puxando assunto visto que, em sua cabeça, agora já as conhecia de longa data tirando de letra a abordagem. Ainda atuando um pouco, começou a conversar com Rodrigues sobre suas viagens, planos futuros... Neste momento elas entraram no assunto dizendo que adorariam conhecer tais lugares.

Rodrigues se afastou para alguma coisa e um outro cara chegou na amiga do alvo arrebatando-a daquela forma estúpida muito comum hoje em dia em uma night, agarrando-a sem falar muito uma vez que seus bíceps falavam por ele. Outrora Luiz ficaria extremamente perplexo porém isto foi uma deixa magnífica para Luiz investir pesado na menina. Ainda confessou que ela ajudou quando triste comentou que estava 1x0 para sua amiga. De imediato Luiz perguntou se ela queria empatar, arrancando-lhe um fatal e condenável sorriso. Desta vez, não imaginou se o sorriso dela era por ele estar sendo audaz ou divertido, partindo assim para cima dela resolvendo finalmente seu problema!

Que coisa interessante o nicho de mercado!

terça-feira, novembro 15, 2005

50 Anos!

Acabei de sair de um blog que me levou a reflexão, na verdade todos me levam de uma ou outra forma, mas curiosamente, conceitos importantes estão deixando a desejar. O blog contava como um cara de quase 50 anos olhava a vida dele e sonhava por uma liberdade que não mais terá, a de Luiz! Ele se casou, teve filhos, se separou e hoje é escravo deste perverso sistema, pois precisa trabalhar para manter duas casas e não deixar cair o padrão de vida de suas proles.

Triste? Nem, curioso. Luiz torcia por encontrar a tal menina da vida dele assim do nada, porém percebeu que, na atual conjuntura, ele perderia o que tem de mais precioso para um cara, ele mesmo. Observando claro, que ele parecia extremamente focado apenas nisso. Enfim, hoje, não precisa ligar para ninguém, dar satisfação do que faz, ou mesmo deixar de jogar aquele futebol esperto para ir ao shopping. Tudo bem que por outro lado existem coisas maravilhosas que é o que ele mais almeja dentro deste contexto. Contudo, ainda assim o conceito de liberdade apareceu de uma forma tão rica e promissora que extinguiu em parte o desejo por uma matriz.

Como as coisas mudam com tanta facilidade nem ele entende, por vezes é assustador. Iniciou seu processo “carpe dien” passando a conhecer lugares, pessoas, culturas, músicas de forma a se manter ocupado para nem pensar o que poderia estar acontecendo com aquela que ainda deixou algo em aberto por aqui, fatalmente lembra quando estás só imaginando em seguida o quão queria estar perto.

Saudades realmente mexiam com ele, ter acreditado lhe fez feliz um dia, triste eu não digo, mas ainda ficou lá no fundo aquele resquício do podia ter sido diferente. Talvez nosso amigo do início da história possa ter tido esse sentimento, hoje preza a liberdade, mas deve ter sido feliz em algum momento, talvez seja apenas isso que busque Luiz, ser feliz, talvez esteja indo por um caminho errado tão precocemente, porém, feliz está por ainda ter pelo menos 25 anos para errar...

quinta-feira, novembro 10, 2005

Pisando no calo...

Bela tarde de um domingo e Luiz se reuniu com a galera para mais uma sessão de cinema. Foram assistir um filme bem legal e após, emendaram num barzinho onde ficaram horas falando de muitas coisas. Tudo corria bem até o momento em que Luiz, dirigindo para casa com seu carro cheio de mulheres, se viu surpreendido a entrar num assunto, sem querer. Elas discutiam sobre caras cafajestes e Luiz, já cansado de ouvir tanta balela, não se pronunciara desde o início da viagem. Os carinhas não ligavam, não chamavam para sair, não se preocupavam com o que elas estavam fazendo, enfim, grande festa. Há quem diga que no dia seguinte, elas colocariam em seus respectivos scraps o quanto adorou a presença da outra naquele maravilhoso domingo que bombou.

Ok, seria apenas mais uma forma de deixar ali que se divertiram como nunca na vida para que os pangarés observassem que elas não estavam de bobeira, mulheres... Para Luiz, atitude patética, pois não viu nada além de um filme seguido de um barzinho. Mas enfim, estavam lá em seu carro choramingando pelos carinhas. Nisto, Rodrigues entrou com a seguinte questão para elas. “Porque Luiz está sozinho?”. Elas viraram na maior e disseram que ele estava sozinho porque ele era mané.

Luiz, ainda dirigindo sem tecer nenhum comentário, abriu a porta do carro ainda andando a uns 80 km/h, pulou, rolou e quando ficou em pé, pegou um controle remoto e explodiu o carro!? Nem, continuou escutando. Elas aprofundaram dizendo que ele corre muito atrás, que ele liga sempre, que ele se importa muito, que é um grude e mais, essa última que ele corria atrás... Pronto, começaram a falar todos os defeitos que elas puderam inventar sobre sua ex futura qualquer coisa. Luiz, ainda dirigindo, pensava no quão criativas eram aquelas meninas uma vez que nem conheciam a menina. Por fim, Luiz era um cara todo errado e vai continuar sozinho assim...

Pronto, mudança? Luiz rapidamente consultou Henrique sobre o que fazer neste momento, teria acabado de ser comparado a um nada. Chegaram a um consenso achando melhor continuar dirigindo que estava mais divertido, pois não valeria a pena discutir em cima disto. Porém, ainda continuaram a falar mau da menina. O curioso foi onde ficou o foco da questão, o problema não era o cafajeste? Como assim estava frenético falar de Luiz e da menina?

Luiz soltou algo do tipo: “Tudo bem, agora só vou ficar com cachorronas.” Quando na verdade o que queria era gritar: “Que saber! Estou farto destas hipocrisias e idiotices, vocês estão todas erradas há muito tempo e vem aqui dizer que eu não sei fazer as coisas certas. Eu pelo menos assumo o que sou, o que gosto e o quem eu quero!” Ele ainda volta no tempo para dizer isso!

sábado, novembro 05, 2005

Tudo Errado??

Luiz, atrás de novos caminhos, acabou por encontrar na engenharia uma nova namoradinha em potencial. Esta, para variar, era uma bela menina que passava despercebida uma vez que lá existiam mulheres lindas. Confessa que não daria mais tanta bola para meninas que passam despercebido, pois estas, ultimamente, deram muito, mas muito trabalho, e para nada. Enfim, como sina, estava lá mais uma menina estudante de engenharia. Como faria para impressioná-la uma vez que pelas notas não seria uma coisa muita tranqüila? Não sabia...

Luiz então resolveu que ficaria por perto, mas não tão por perto... Ela o balançava, mas não a ponto dele não reconhecer seu próprio valor. Era atenciosa, carinhosa, fofa e, metida? Como assim? Pois é, marrenta! Luiz também não tinha tido experiências positivas com meninas com esse atributo, mas já sabia como lidar com isso. Mas voltando ao ponto de impressioná-la... Ainda não sabia...

E olha lá nosso amigo novamente atrás de uma menina que até então era mais uma dentre tantas outras. Agora, de tão preocupado de não se tornar uma mané, amigo ou até mesmo um Deus, não trabalhou na forma ideal para o sucesso, estando assim, limitado a poucos dizeres e passos de cada vez. Ele disse que foi horrível pois por ele já estaria com uma rosa na boca e em cima de um cavalo cinza, só para diferenciar um pouco das outras vezes...

A convidou para sair e... Ela falou que não iria ao que Luiz propusera, pois lá não era uma coisa que ela gostasse muito de fazer. E olha que ele sugeriu apenas um barzinho com música. Ela em seguida questionou Luiz se ele não queria mudar aquilo, propondo então um cinema...

Hein??? Pensou Luiz... Pediu então um minuto, foi até a janela do escritório, olhou para o céu e perguntou: Deus, é isso mesmo!? O Henrique apareceu na história já dizendo: Luiz, por favor, fica esperto cara... Nem pensa muito...

Luiz então voltou a ligação e disse que já tinha programado anteriormente com o pessoal e que infelizmente deixaria a proposta que a menina fizera para uma outra ocasião (se rasgando e se fazendo de difícil). Ela ainda insistiu, mas Luiz partiu para o barzinho, sem ela. Tem algo errado né!?