Pisando no calo...
Bela tarde de um domingo e Luiz se reuniu com a galera para mais uma sessão de cinema. Foram assistir um filme bem legal e após, emendaram num barzinho onde ficaram horas falando de muitas coisas. Tudo corria bem até o momento em que Luiz, dirigindo para casa com seu carro cheio de mulheres, se viu surpreendido a entrar num assunto, sem querer. Elas discutiam sobre caras cafajestes e Luiz, já cansado de ouvir tanta balela, não se pronunciara desde o início da viagem. Os carinhas não ligavam, não chamavam para sair, não se preocupavam com o que elas estavam fazendo, enfim, grande festa. Há quem diga que no dia seguinte, elas colocariam em seus respectivos scraps o quanto adorou a presença da outra naquele maravilhoso domingo que bombou.
Ok, seria apenas mais uma forma de deixar ali que se divertiram como nunca na vida para que os pangarés observassem que elas não estavam de bobeira, mulheres... Para Luiz, atitude patética, pois não viu nada além de um filme seguido de um barzinho. Mas enfim, estavam lá em seu carro choramingando pelos carinhas. Nisto, Rodrigues entrou com a seguinte questão para elas. “Porque Luiz está sozinho?”. Elas viraram na maior e disseram que ele estava sozinho porque ele era mané.
Luiz, ainda dirigindo sem tecer nenhum comentário, abriu a porta do carro ainda andando a uns 80 km/h, pulou, rolou e quando ficou em pé, pegou um controle remoto e explodiu o carro!? Nem, continuou escutando. Elas aprofundaram dizendo que ele corre muito atrás, que ele liga sempre, que ele se importa muito, que é um grude e mais, essa última que ele corria atrás... Pronto, começaram a falar todos os defeitos que elas puderam inventar sobre sua ex futura qualquer coisa. Luiz, ainda dirigindo, pensava no quão criativas eram aquelas meninas uma vez que nem conheciam a menina. Por fim, Luiz era um cara todo errado e vai continuar sozinho assim...
Pronto, mudança? Luiz rapidamente consultou Henrique sobre o que fazer neste momento, teria acabado de ser comparado a um nada. Chegaram a um consenso achando melhor continuar dirigindo que estava mais divertido, pois não valeria a pena discutir em cima disto. Porém, ainda continuaram a falar mau da menina. O curioso foi onde ficou o foco da questão, o problema não era o cafajeste? Como assim estava frenético falar de Luiz e da menina?
Luiz soltou algo do tipo: “Tudo bem, agora só vou ficar com cachorronas.” Quando na verdade o que queria era gritar: “Que saber! Estou farto destas hipocrisias e idiotices, vocês estão todas erradas há muito tempo e vem aqui dizer que eu não sei fazer as coisas certas. Eu pelo menos assumo o que sou, o que gosto e o quem eu quero!” Ele ainda volta no tempo para dizer isso!
Ok, seria apenas mais uma forma de deixar ali que se divertiram como nunca na vida para que os pangarés observassem que elas não estavam de bobeira, mulheres... Para Luiz, atitude patética, pois não viu nada além de um filme seguido de um barzinho. Mas enfim, estavam lá em seu carro choramingando pelos carinhas. Nisto, Rodrigues entrou com a seguinte questão para elas. “Porque Luiz está sozinho?”. Elas viraram na maior e disseram que ele estava sozinho porque ele era mané.
Luiz, ainda dirigindo sem tecer nenhum comentário, abriu a porta do carro ainda andando a uns 80 km/h, pulou, rolou e quando ficou em pé, pegou um controle remoto e explodiu o carro!? Nem, continuou escutando. Elas aprofundaram dizendo que ele corre muito atrás, que ele liga sempre, que ele se importa muito, que é um grude e mais, essa última que ele corria atrás... Pronto, começaram a falar todos os defeitos que elas puderam inventar sobre sua ex futura qualquer coisa. Luiz, ainda dirigindo, pensava no quão criativas eram aquelas meninas uma vez que nem conheciam a menina. Por fim, Luiz era um cara todo errado e vai continuar sozinho assim...
Pronto, mudança? Luiz rapidamente consultou Henrique sobre o que fazer neste momento, teria acabado de ser comparado a um nada. Chegaram a um consenso achando melhor continuar dirigindo que estava mais divertido, pois não valeria a pena discutir em cima disto. Porém, ainda continuaram a falar mau da menina. O curioso foi onde ficou o foco da questão, o problema não era o cafajeste? Como assim estava frenético falar de Luiz e da menina?
Luiz soltou algo do tipo: “Tudo bem, agora só vou ficar com cachorronas.” Quando na verdade o que queria era gritar: “Que saber! Estou farto destas hipocrisias e idiotices, vocês estão todas erradas há muito tempo e vem aqui dizer que eu não sei fazer as coisas certas. Eu pelo menos assumo o que sou, o que gosto e o quem eu quero!” Ele ainda volta no tempo para dizer isso!

2 Comments:
Na boa!
É revoltante.
Não há nada no mundo que eu goste mais do que mulher (tirando sundae de caramelo do McDonalds e barulho de chuva que estão no mesmo patamar).
Mais o fato é que mulher é um bicho estranho! Eu me revolto com isso cara... Me revlto... É revoltante...
Ahhhhhhhhhhhhhhhhh...
Pronto.. Passou...
Mulheres!
mulher é um bicho tão estranho quanto homem...
isso q aconteceu com vc acontece quando se está nas companhias erradas.
e não vou falar mais nada.
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