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Existe o tal lado bom?

Não sabemos mas Luiz, um cara carinhoso, atencioso, bonzinho e fofo, sempre procura um. Ele busca a mulher ideal tentando entender o mundo feminino, acredita que este é o caminho. Por vezes, é tomado por Henrique, um cara sagaz, antenado e disposto a resolver a coisa da forma mais simples possível. Disto tiramos n situações, algumas tristes, algumas divertidas, mas sempre com um lado bom, um aprendizado, um modo diferente de encarar a situação. Se existe o tal lado bom? Descobriremos...

terça-feira, janeiro 10, 2006

A sobrinha!

Feriadão e pé na estrada. Luiz partiu com a galera para Arraial do Cabo para ver uns peixinhos, fazer um som, pegar uma praia, enfim, sair da rotina. Foram para uma pousadinha na beira da Praia Grande e por lá ficaram, felizes, por um bom tempo. Ao chegar lá, Luiz recebeu uma ligação de sua chefa, ela também estava naquela região. Puxa saco que só, resolveu lhe fazer uma visita. E qual foi a surpresa de Luiz ao ver que ela não estava só, e sim com uma bela sobrinha!!!???

Tal animação nem durou muito uma vez que lembrou que antes de perceber a sobrinha, a tia era sua chefa. E, se ela normalmente comia o fígado de Luiz, imagina o que ela comeria se Luiz se engraçasse para cima da querida sobrinha dela? È, lado racional pesou e pela primeira vez Luiz escutou seu superego. Mas, sempre muito cortês, observou a menina e notou que ela não estava nada nada feliz com aquele povo com uma idade mais elevada. Ofereceu então para que ela o acompanhasse para assim conhecer seu pessoal. Um belo sorriso foi o que ela lhe deu naquele momento.

Luiz a apresentou para a galera e há quem diga que ele já tinha até arranjado lugar para ela dormir. Dia seguinte, já era fato que Luiz a buscaria cedo para aproveitar mais um dia, e mais um dia e mais um dia... Mas, peraí? Tem algo errado!? O que víamos era uma menina super feliz ao lado de Luiz, não fazia nada sem ele e voltar para a casa da tia era simplesmente algo que não passava naquela cabecinha. Isso queria dizer algo!? Bom, com o superego de Luiz ainda no controle, significava que o fígado de Luiz ainda continuaria no mesmo lugar e trabalhando como nunca.

Já no terceiro dia, Luiz resolveu dar mais uma volta com ela, superego ainda no comando, riram, beberam, tomaram sorvete e o que tínhamos agora eram duas pessoas felizes conversando na beira do mar. Sentadinhos e falando abobrinhas. E, o que não são recordações!? Luiz se lembrou do Rock in Rio (
http://lhco.blogspot.com/2005/05/rock-in-rio.html), um evento o qual passou 10 horas ao lado de uma menina e não tentou nada. Neste caso ele já estava partindo para a trigésima quarta hora e?? Nem pensou mais nada... Agarrou a mulher vorazmente! Depois de brincar, beber, tomar sorvete, falar abobrinhas, o que tínhamos agora eram duas pessoas rolando na areia.

Uma vez saciados, Luiz se lembrou de sua chefa, mas não da mesma forma, ele estava feliz e nem mais se importava se ela viesse a comer seu fígado, já teria aceitado até a forma cruel com que ele imaginou que ela tiraria seu fígado. Mas, o que não é uma mulher quando quer fazer um cara feliz. A menina, para fechar com chave de ouro o dia de Luiz, vira para ele e fala: “Luiz, minha tia não pode sonhar em saber...” Que dia feliz!

1 Comments:

Anonymous Anônimo said...

Acho que foi a primeira vez que a publicação do post coincidiu com a data.

Novamente lembro que essa história é de Henrique, e não de Luiz.

Sucesso para ambos! E que as derrotas do passado sirvam de aprendizado para as vitórias do futuro! (aliás, para mim especialmente, esta frase ficou cheia de sentidos...)

Abraço, irmão!

11/1/06 09:38  

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