Timão em campo!
Nosso amigo estava triste, triste porque nada acontecia, seu armário continuava desarrumado, suas músicas zoneadas e sem falar no desejo imenso de ter uma pasta de cifras para violão organizadas por ordem alfabética. Confessou que a tal pasta até está organizada, tem muitas folhas dentro! Era um bom início manter as folhas lá dentro não é mesmo?
Mas enfim, foi procurar o que realmente podia fazer para ficar feliz, aprendeu outrora questões sobre foco, mas desaprendeu na mesma velocidade uma vez que a felicidade foi algo que se instalou em seu coraçãozinho após o primeiro êxito. Então os momentos tristes, tédio, a falta de uma lua para mirar, enfim, coisas não muito legais realmente se instalaram por ali.
Voltou em suas histórias e lembrou que loiras, loucas, devassas e sedentas por sexo já o fez muito feliz. E, com isto veio o questionamento, por que não continuar aquele processo? Opa! Luiz na night novamente! Desta vez, uma boate da moda na Zona Sul do Rio de Janeiro. Ele foi convidado por seus amigos Ferreira e Gonçalves. Luiz tinha para si que aquele não seria um dia muito legal, pois naquela boate estaria nada mais nada menos que a boboca mor, tensa para que Luiz rastejasse naquele chão tomado por uma mistura de fumaça de discoteca com o que fora derramado de algum tipo de bebida por pessoas que ali passavam.
Mas, seus amigos, muito mais sagazes no âmbito, lançaram a Luiz a chave do sucesso de muita gente. Disseram: “Vá meu caro e divirta-se! Conheça pessoas, zoe, dance, brinque, e quanto a quem não te quis não precisa condená-la, afinal, esta pessoa fez a escolha dela que, há de convir, não foi a mais esperta”.
Dali tínhamos um outro Luiz, um cara determinado e feliz por realmente estar indo para um lugar que outrora nunca pensou em encarar, e, com uma outra visão do que significava. Chegou lá e cumpriu todo o script, se divertiu, brincou, zoou, e, tomou vários tocos! Engraçado como o toco apareceu de forma tão engraçada, confessou que até o Sidney Magal fez parte de seus repertórios para abordagens, mas enfim, nunca riu tanto ao chegar em meninas.
Mas enfim, foi procurar o que realmente podia fazer para ficar feliz, aprendeu outrora questões sobre foco, mas desaprendeu na mesma velocidade uma vez que a felicidade foi algo que se instalou em seu coraçãozinho após o primeiro êxito. Então os momentos tristes, tédio, a falta de uma lua para mirar, enfim, coisas não muito legais realmente se instalaram por ali.
Voltou em suas histórias e lembrou que loiras, loucas, devassas e sedentas por sexo já o fez muito feliz. E, com isto veio o questionamento, por que não continuar aquele processo? Opa! Luiz na night novamente! Desta vez, uma boate da moda na Zona Sul do Rio de Janeiro. Ele foi convidado por seus amigos Ferreira e Gonçalves. Luiz tinha para si que aquele não seria um dia muito legal, pois naquela boate estaria nada mais nada menos que a boboca mor, tensa para que Luiz rastejasse naquele chão tomado por uma mistura de fumaça de discoteca com o que fora derramado de algum tipo de bebida por pessoas que ali passavam.
Mas, seus amigos, muito mais sagazes no âmbito, lançaram a Luiz a chave do sucesso de muita gente. Disseram: “Vá meu caro e divirta-se! Conheça pessoas, zoe, dance, brinque, e quanto a quem não te quis não precisa condená-la, afinal, esta pessoa fez a escolha dela que, há de convir, não foi a mais esperta”.
Dali tínhamos um outro Luiz, um cara determinado e feliz por realmente estar indo para um lugar que outrora nunca pensou em encarar, e, com uma outra visão do que significava. Chegou lá e cumpriu todo o script, se divertiu, brincou, zoou, e, tomou vários tocos! Engraçado como o toco apareceu de forma tão engraçada, confessou que até o Sidney Magal fez parte de seus repertórios para abordagens, mas enfim, nunca riu tanto ao chegar em meninas.
E, depois dali, que não chegou a ser um marco, as coisas mudaram um pouco. Lembrou de estatística e debatendo com amigos concluíram que, de 12, uma ficaria com ele... E partiu para o projeto. Tentou uma, duas, três, e na quarta já estava cansado (fora de forma sabe!), faltavam oito! Foi quando resolveu abrir o jogo para a menina (que era muito bela, tenso!) Sabe, é que eu não vou ficar com você, tenho que chegar em doze, faltam oito.
Ela achando ele louco, só a partir daquele momento parou realmente para dar atenção ao que aquele cara de camisa vermelha falava. Ele, então, explicou tudo, o que ele estava fazendo ali, quem mais estava ali, o que fizera até então e a tal estatística que provava que ele só teria êxito na décima segunda abordagem. Luiz continuou a perguntando se ela não queria fazer com que ele parasse de procurar, ela o fitou com aquele olhar que dizia: “Como menino!?”.
Há há há há! Pensamento no subconsciente de Luiz que não sinalizava nada diferente de: “É agora mané!”.
Mas era o Luiz que estava à frente daquela menina, tremeu na base e não fez o que tinha que ser feito. Ele deu um beijo no rosto da menina, sorriu e disse que precisava continuar sua procura. Não se preocupem, ele já apanhou muito por isso, mas é fato que dias melhores virão!

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