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Existe o tal lado bom?

Não sabemos mas Luiz, um cara carinhoso, atencioso, bonzinho e fofo, sempre procura um. Ele busca a mulher ideal tentando entender o mundo feminino, acredita que este é o caminho. Por vezes, é tomado por Henrique, um cara sagaz, antenado e disposto a resolver a coisa da forma mais simples possível. Disto tiramos n situações, algumas tristes, algumas divertidas, mas sempre com um lado bom, um aprendizado, um modo diferente de encarar a situação. Se existe o tal lado bom? Descobriremos...

sábado, julho 30, 2005

Prendam o Luiz em casa!!

Luiz na internet e menina dos seus sonhos on-line. Ele não podia falar com ela porque disseram para ele que teria que tratá-la mau para que ela o notasse. Mas que vontade nosso amigo tinha de falar com aquela menina. Ele não conseguiu se controlar, que até então não é novidade, e a desbloqueou. Ela, não se sabe por que monossilábica, tratou Luiz com apenas educação. Que coisa cruel a educação não!? O que Luiz queria era algo intenso, nem que fosse algo do tipo: “O moleque, não está percebendo que não quero falar com você?!” Mas não, apenas uns “sim, não, vou, não vou, vi, não vi...” que coisa medíocre!

Luiz concluiu mais uma vez que ela não estava nem aí para ele e que a parte do ignorá-la a faria rir se soubesse de sua real intenção. Mas aí é que está, por que ignorar se o que Luiz queria era estar por perto? Quem inventou isso!? A resposta não importava muito, pois o que percebera era que seu coração estava despedaçado. Como estava com fome tentou encontrar o lado bom fazendo uma carne moída e fritando umas batatinhas, hummmm...! Porém, visto que ainda que despedaçado, Luiz precisaria daquele coração. Logo, bloqueada novamente! Engraçado a tamanha felicidade de Luiz após simples ato. Ele queria ter aberto o jogo com a menina, mas despedaçado por despedaçado ainda jogá-lo num liquidificador seria tenso!

E o que não são livros de auto ajuda não é mesmo? Fazem você fazer o que você quer afinal, você pode, e o que Luiz queria? Simples, ela! Que cara apaixonado! Depois de ter dado uma das maiores sortes, que foi encontrar a menina dos seus sonhos outrora num ponto de ônibus, resolveu repetir esta façanha algumas semanas depois. Só que desta vez ele não contava com um enorme 247 a frente de seu carro. Surpresa maior foi achar que a viu no ponto de ônibus. Esta, fez sinal para o ônibus de modo que desespero fosse o sentimento que emanasse em Luiz. Em seguida tínhamos a menina com uma linda blusa verde dentro do ônibus.

Transtornado, Luiz ainda acompanhou por certo tempo o ônibus em questão. Pensou em parar o carro e subir naquele ônibus com um coração de plástico na mão. Ele estava determinado em fazer o que ele não recomenda para ninguém, se declarar! Suicida? Nada! O interesse de Luiz por esportes radicais pode explicar este desejo por emoções fortes! Olha, tenho medo dele! Bom, o carro e o trabalho que teria em seguida era o que menos lhe importava.

Luiz estava dirigindo a frente do ônibus, sem perdê-lo de vista. Do nada, escuta um forte barulho bem familiar, tentando representá-lo fica algo mais ou menos assim: “POF!!” Pois é, bateu com o seu carro em um táxi! Era bem o que se poderia esperar de alguém distraído olhando o ônibus pelo retrovisor... O motorista do táxi sai revoltado, observa que não aconteceu nada com o carro dele e sai arrancando ainda bem irritado. Luiz, só pensava no ônibus e até então nem quis saber o que realmente acontecera com seu tão querido carro. Realmente nosso amigo devia estar preocupado com outras coisas. Eis que ele tem a brilhante idéia de ligar para a menina! Luiz pergunta se ela está com uma blusa verde, mas, como a resposta dela foi negativa, se despediu e desligou.

Hoje acredita que ela o ache mais um louco no mundo! Por aqui, tenho certeza que tem alguém que precisa ser internado...

segunda-feira, julho 25, 2005

Pequeno desvio!!

Nem só de internet vivia Luiz, resolveu que sairia um pouco mais desta vida aumentando sua ida ao mundo real. Só que desta vez, existia um Luiz revoltado com o mundo feminino. Estaríamos falando daquela velha hipocrisia de que as meninas querem caras carinhosos, atenciosos, bonzinhos e fofos. Luiz era isso tudo e após algumas tentativas de vender o seu produto no mercado chegou a conclusão de que não compram isso. Visto que precisava ser vendido, resolveu que faria uma pequena adaptação. Se transformaria num cara cachorro e cafajeste. Para tal, passou um tempo estudando o assunto, conversou com especialistas e começou sua nova empreitada que, feliz, não demorou muito a apresentar os frutos!

Eis que sua irmã, vendo o real interesse de Luiz nesta empreitada, resolveu ajudar. Ela comentou com amigas que seu irmão estava inserido neste processo e pediu para que elas ajudassem também, dando a Luiz dicas sobre comportamento, atitude e até moda.

Nisto Lúcia, uma das meninas que lá estavam, manifesta desacordo ao fato não aceitando de forma alguma que isto fosse a diante. Ela disse que não era nada interessante transformar aquele cara legal em mais um cafajeste. Pronto, neste momento acabou o papo sobre transformação do rapaz em cafajeste e se iniciou o papo sobre resolver o problema do rapaz apresentando Lúcia a ele. Isto foi no mesmo momento em que Luiz entrou no MSN para falar com seus amigos. Do outro lado, uma outra menina que lá estava, Giovana, se conecta ao programa. Esta, que tinha terminado um relacionamento MANDOU Luiz ir até a casa dela naquele momento. Ele tinha aprendido há poucos dias que não se obedece mulher e muito menos desta forma. Logo, Luiz disse não!

Mas Giovana insistiu dizendo que estaria lhe esperando no quarto com a chave na porta. "Opa!" Pensou Luiz, "O que deu nela?" Ficou tenso demais! Pra sorte dele não levou a sério. Para fechar, mandou num momento de sagacidade algo do tipo: "Ih garota, se vc está carente, você que venha até aqui que resolvo o seu problema!" Acho que para Gi isto foi um choque pois ela não esperava tal resposta de Luiz, especialmente porque, todas que lá estavam assistiam o papo dos dois. O comentário foi que Luiz realmente estava mudando! O que se sabia então era que a partir dali Lúcia se mostrou interessada. Parecia mesmo que ela faria diferença neste processo. Ainda assim existiam muitos obstáculos por ultrapassar. Um deles era que Luiz a achava ela muito linda e não acreditava que ela estaria mesmo interessada, que tolo!

Luiz conheceu Lúcia num desses carnavais de rua e nunca tinha sido tão ator em sua vida. Pela primeira vez conseguiu ficar sem dar atenção a alguém, foi tenso! Eles passaram a trocar mensagens e acredita se que ela teria deixado mensagens mais incisivas. Porém Luiz não percebera no momento certo. Este fantasiou muita coisa antes, quando parou para agir já perdera o efeito que gostaria. O mais ansioso! Até confessa que ansiedade já lhe tirou oportunidades bem legais, ficou triste por estas terem existido mas feliz por ter se fortalecido com elas.

Mas ainda assim, mensagem pra lá, mensagem pra cá. Luiz criou umas paradinhas fora da internet, a convidou para fazer algo, e por vezes não teve retorno. Aí pensou: “Ué, como assim? Ela não quer?” Agora triste, concluiu que teria que voltar para a empreitada inicial. Ele acreditava que perdera realmente alguma oportunidade em algum lugar no meio desta história. E partiu, imagine para onde? Internet!!

Ê mundinho feliz, sentia-se em casa, seguro, reiniciou o processo com seu jogo de mensagens genéricas, papos de sempre, histórias espetaculares e retomou sem muita dificuldade sua empreitada. Conheceu uma menina que finalmente gostava dele. Parecia o ele contrário. Vívian mandava mensagens, recadinhos, fazia telefonemas, enfim, tudo o que Luiz sempre fez. Este percebeu o quanto eu era chato! Infelizmente concluiu que ele também não queria uma menina carinhosa, fofa e atenciosa, ele queria Lúcia. Quando estávamos já no meio do jogo, Lu resolve reaparecer.

Sem titubear, Luiz acabou com todos os seus contatos para uma dedicação exclusiva. Num belo fim de tarde resolveu ligar para Lu de modo a assim saldar sua dívida, Luiz lhe devia um sorvete. Num momento de sagacidade extrema chamou-a para sair. Mais surpreso ficou ao perceber que ela teria aceito.

Chegando lá, nosso amigo se preocupou apenas com o sorvete. O resultado caros leitores, vocês podem imaginar... Acabou o sorvete e voltaram para casa! "Mas e aí? Luiz não tentou nada?" Claro, mas conseguir convencer uma menina de que quer algo com ela depois dela ter tomado meio litro de sorvete de chocolate é muito tenso!

Dias depois, ele leu uma reportagem que dizia que o chocolate substitui o desejo sexual feminino, agora, com meio litro de sorvete... Coisas passaram a fazer sentido! E outra, ainda se declarou, logo, perdeu moral. Luiz não teria aprendido esta lição... Torceremos para que ele aprenda um dia não é mesmo?!

Mais tarde, ao re-constatar que Lu não queria nada concluiu que ela era uma menina como tantas outras, não queria mesmo os caras bonzinhos, carinhosos, atenciosos e fofos. Apesar de não entender tal atitude dela, pensou em voltar para internet, mas, teria mesmo visto os olhinhos dela brilhando e ficou por perto. Passou um tempo dando um gelinho, um ator! No fundo ele voltaria até ela e diria tudo novamente, visto que, pretextos não seriam necessários uma vez que Luiz já teria exposto suas intenções.

Mas, com o tal tempo, desistiu dela...
Meennttiirraaaa!!! Bastou um amigo seu de faculdade comentar que Lu falou da estima dela por Luiz para que este retomasse o processo. Como ainda estava de férias no trabalho resolveu voltar para casa por outro caminho. E não é que este caminho passava no Méier? E, também não passava em frente a faculdade da menina? E não é que a menina estava no ponto de ônibus? E Luiz não ofereceu carona? Observava se então uma menina muito feliz ao seu lado, fato este que o deixou muito mais confuso além de claro, babão e trêmulo. Ele passou a interpretar de modo positivo o que seu amigo comentara. Deixou a menina no trabalho e retomou sua vida, ainda tentando mostrar indiferença. Só tentando...

quarta-feira, julho 20, 2005

Só queria um colo...

Como conseguir êxito sem conhecer as premissas básicas de um bom cafajeste? Luiz, mais uma vez errado, achou que conseguiria sem conhecer. Estava ele em seu curso. Era mais fofo e mais bobo que atualmente. Interessou-se por uma menina e no início do curso mandou um recadinho em papel para ela. Esta ficou muito feliz. Passado uns seis meses, Luiz, ao falar algo sobre a admiração por ela fez com que esta retirasse aquele papelzinho de seu estojo e o devolvesse. De imediato disse a menina: Vamos ao cinema!

Uau! Pensou Luiz. Nunca mais convido formalmente certo de que sempre ao falar desta forma conseguiria êxito. Mas enfim, foram ao cinema e nada aconteceu além do que se passava naquela grande tela. Enfim, bola pra frente. Dia seguinte, Luiz estava em casa pensando onde foi que ele errou. Não concluiu nada e achou que deveria tentar de novo. Pegou o telefone e ligou para uma outra menina e foi ao cinema novamente, surpreso, por esta também ter aceitado. O engraçado é que desta vez também não aconteceu nada além do que aconteceu atrás da grande tela.

Luiz refletindo consigo mesmo concluiu que teria algo muito errado. E claro, convidou uma terceira. Desta vez fez diferente, pagou as duas entradas e o lanche, coisa que para as anteriores não teria feito. Esta também não permitiu que acontecesse algo além do que se passava atrás da grande tela. Luiz passou a acreditar que as meninas vão mesmo ao cinema para assistir o filme.

Dias depois, Luiz era conhecido como cafajeste. Desta vez via se um cara revoltado e negando veementemente tal designação. Não aceitava o fato de ser cafajeste sem ter conseguido a parte boa da coisa. Ele confessa que foi garoto, mas chegar a cafajeste já era de mais. O fato se consumou no intervalo da aula de história. Estavam as três meninas conversando na bancada da frente e Luiz com suas anotações. Nisto elas caíram numa disputa para saber qual teve o fim de semana mais legal. Surpresas ficaram ao constatar que teriam ido ao cinema com Luiz. Neste momento as três se viraram para Luiz e ainda tiveram o descaramento de se revoltar contra ele. Hoje Luiz compra pipocas para assistir a um filme!

sexta-feira, julho 15, 2005

Amiga!? O que é isso!?

Engraçado, depois de olhar aquela menina com os olhinhos preocupados com seu futuro estudando cálculo não foi muito difícil para Luiz nutrir um carinho especial pela aquela menina. Dê início nem se ligou muito mas, com o tal tempo, percebeu que teria que demonstrar aquele carinho. Era, no que pelo menos recorda, a primeira vez que percebia o que era reciprocidade. E claro, partir dali, para um romance, era como atravessar uma rua após perceber que o sinal está fechado.

Pronto! Velha mudança conhecida de cara legal e divertido para o babão trêmulo. Caberia neste blogg mais uma longa história só para contar quais foram as artimanhas para conseguir o telefone daquela bela dama. Enfim, passou a ser um grande amigo daquela menina baseado em outra teoria furada de que de grandes amizades é tranqüilo surgir um romance. Resolveu convidá-la para sair e não conseguiu, tentou outras vezes mas sem sucesso. Seu mundo meio que sacudiu quando viu aquela menina de mãos dadas com outro cara. Bom, passou a entender algo! Triste né?

Está certo, pensou Luiz, esta aí vai ser minha amiga, não vou tentar nada com ela. Passou a partir daí a vê-la como amiga. E, claro, continuou sua jornada nesse mundinho fazendo amigas e, desfazendo amigas! Poxa, amigas não sabem beijar? Estranho! Bom, depois de muito tempo percebeu realmente que a teoria furada era furada! E claro, lhe restou somente sua melhor amiga.

Eis que, ela termina seu relacionamento. Fato este que de modo inconsciente, fez com que Luiz alterasse seu programa fonte relacionado a amizades. De imediato, lembrou de tudo o que a menina era e de tudo o que ela foi neste tempo todo e criou mais uma nova teoria furada. A minha namorada será minha melhor amiga! Carinhosa, atenciosa, responsável, e se preocupa comigo. Tudo o que preciso!

Ela andava realmente triste com a separação pois nutria ainda um carinho imenso pelo seu ex. Mas mesmo assim Luiz pensou que como já não tinha amigas não teria porque ter uma! Resolveu acabar com aquela amizade! Na verdade inconscientemente repito. Se apaixonou pela menina a ponto de não conseguir mais se entender.

Foi ficando cada vez mais próximo e claro ainda em cima do muro. Mas o muro, cada vez mais desconfortável, passou a sair com ela, almoçar, ter longas conversas ao telefone e em um belo dia de sol resolveu descer do muro e com vontade. Resolveu chegar para ela e falar, montou gráficos, alguns pretextos, decorou falas mas chegado a hora do almoço, a primeira coisa que esqueceu foi das coisas que tinha montado. Ele tremia, estava tenso, sem fome, com sede, frio, e revoltado pois ele não tinha mais controle sobre si. E não é que ela percebeu!?

Num belo dia de sol, estava realmente tenso e num ingênuo almoço acabou falando demais. Também... trêmulo e babão! A menina percebeu que tinha algo errado com aquele cara que era divertido e animado. E perguntou a ele o que houve. Este, muito esperto e duvidando da esperteza daquela menina, disse que não estava ocorrendo nada. Ouviu um singelo e irônico "ahamm..." seguido de algo imperativo muito conhecido por pessoas que não querem falar, “Conta logo!”. Opa, problemas? Como esconder de sua melhor amiga o que estava sentindo? É, Luiz não soube!

Conseguiu enrolar um pouco, mas acabou falando que isto tudo era por causa de uma menina, esta o deixava assim. Ela muito solícita, disse que poderia ajudar mesmo porque para ajudar os outros ela era perfeita, agora, para ajudar a si mesma que as coisas não eram lá muito fáceis. Luiz poderia ter ficado por ali mas acabou falando para ela que ela não poderia ajudar. Pronto, movida por um imenso desejo de melhorar o mundo a sua volta ela insistiu muito para ajudar. Ela não queria mesmo vê-lo daquela forma. E claro, vocês conhecem insistência feminina? Pois bem, elas falam falam falam, você, consegue convencer e elas esquecem. Você respira e segundos depois elas voltam no mesmo assunto, Chato né! Luiz tomou fôlego e disse que ela não poderia lhe ajudar pois a menina que causava isto estava em sua frente! Há quem jure que ela ainda deu uma olhada para trás! Bom, a partir daí, via-se duas pessoas mudas uma olhando para a outra.

Ela virou para Luiz e disse que ele estava mentindo. Opa, pensou rapidamente, é agora que desfaço isso! Virou para a menina e disse que estava brincando! hehehehehe... É, ele não foi nada nada convincente. Estrategicamente e com medo, mudou de assunto, aprendeu até um pouco mais sobre bio-diesel. Bom, mas já tinha dito, não tinha almoçado, não tinha agarrado, acabou o tempo do almoço. Enfim, deixou ela no trabalho e partiu para o dele... Parece que ele não foi muito feliz não mas é fato que conseguiu manter o processo de fazer e desfazer amigas!

domingo, julho 10, 2005

Preciso de um celular novo!

Muitos já diziam isto mas claro, isto não quer dizer absolutamente nada. Bom, não queria dizer nada. Sexta-feira, uma manhã fria no Rio de Janeiro, eu estava dirigindo meu carro para a faculdade e toca meu celular. Como este estava em modo analógico, não permitiu que eu soubesse quem era antes de atender. Eis que recebo um singelo bom dia e claro, foi tudo o que entendi. Despedi-me e terminei a ligação dizendo que estaria dirigindo e que após chegasse à faculdade a retornaria. Continuei o caminho e 10 minutos após a menina liga de novo, como ainda continuei sem entender nada, repeti que já ligaria para a menina. Esta ficou revoltada e começou a me xingar loucamente, dizendo que eu não dava atenção para ela e que eu poderia responder a simples pergunta que aliás, não teria entendido.

Como não entendi e também não teria gostado nada do modo grosseiro o qual me tratara, também fui grosso ao dizer que quando chegasse eu retornaria a ligação. E terminei a ligação, revoltado com aquela menina. Ao chegar, liguei para minha ex, falei bom dia, perguntei se ela estava mais calma e se estava tudo bem. Ela gostou muito da ligação, ficou surpresa e deve estar mais feliz. Desliguei o telefone e continuei meu dia, ainda pensando no quão falso era aquela menina. Como ela poderia me xingar muito e depois falar como se nada tivesse acontecido. Enfim, bola pra frente.

Uma hora depois, recebo a ligação de uma amiga, esta estaria revoltada comigo e já começa a ligação me xingando por eu não ter falado com ela sobre o resultado das provas. Pensei, é hoje! A coisa está feia para o meu lado e nem sei o que fiz. Bom, revoltado também fiquei pois esta não aparecia na faculdade há meses e eu que teria que dar satisfação para ela, fala sério né! E outra, quem ela pensava que era para falar comigo daquele jeito?

Enfim, respondi o que ela queria e fui para a aula que eu teria, com ela! E lá estava uma menina emburrada do meu lado, totalmente seca e eu ainda sem entender o que realmente eu teria feito. Enfim, resolvi colocar as coisas nos seus devidos lugares. Quando começo a falar ela vira e pergunta o que é que ela fez para mim para que eu a tratasse daquele jeito de manhã! Eu não entendi mais nada pois quem estava tentando falar comigo de manhã era minha ex, que por sinal, me tratando daquele jeito ainda pensava em voltar. Nisto, cai a ficha... Não era a ex... Era ela! Xiiiiii...

Pequeno Comentário...

Opa, quatro e tal da manhã e eu no meu intervalinho de 10 minutos que se tornam quase 2 horas em frente ao meu computador. Bom, tem um filósofo que tem a seguinte expressão: “Faço engenharia logo não durmo!”. E não é que é a mais pura verdade? Em parte né... pois na verdade uma hora eu teria que parar para dar atenção a faculdade e apesar de eu mesmo ir contra isso, o que não é a madrugada do dia anterior, não é mesmo!? rs...

Enfim, não tenho muito a dizer hoje, quanto aos meus fiés 5 leitores incluindo claro, minha amiga de Brasília, deixo que em breve teremos mais histórias do nosso amigo Luiz, posso adiantar que tem demorado pois é uma trilogia logo, a direção realmente faz um suspense para trabalhar o marketing disto, ver que parte que venderá mais, enfim... Um grande abraço!!

terça-feira, julho 05, 2005

Amiga curiosa também se perde!

Ê sina! Luiz se via novamente apaixonado por uma amiga, esta, não demorou a entrar no grupo das melhores. Atenciosa, carinhosa, se importava com Luiz e claro, longas conversas ao telefone. Hoje Luiz acredita realmente que este negócio de telefone não quer dizer muita coisa não, afinal, mulheres gostam de falar. Enfim, a amizade se tornou de longa data e Luiz guardando aquele sentimento especial só para ele. Estudavam juntos, viajavam juntos, saiam juntos, enfim, juntos o tempo todo.

E Luiz, firme e forte, esperando que um dia ela o percebesse. Mesmo porque já estaria um pouco cansado de perder amigas, dói! Num dia desses, Luiz estava na casa de sua amiga repassando a matéria quando Carlos liga para Luiz. Luiz erroneamente deixa Carlos falar com a menina. Carlos, sabendo de toda história não perdeu tempo em soltar verdes fluorescentes para a menina que, sagazmente percebeu e não falou nada. Voltando a falar com Luiz, Carlos disse que já teria resolvido o problema, fato este que deixou Luiz extremamente preocupado.

E claro, fim do dia, tudo concluído, a vida continua. A menina foi capaz de ficar pensando durante uns 3 dias sobre o que Carlos lhe falara. Numa dessas ligações ela entra com uma história de uma amiga dela, papo furado. Esta estava com um problema que era relacionado a um amigo dela, ela acreditava em amizade homem e mulher e não aceitava o fato do amigo dela estar afim dela. Nisto Luiz com seus comentários irônicos soltou um singelo “aham, continue...” E ela continua: Então Luiz, você ficaria com uma amiga sua?

Pronto! Olha aí o babão trêmulo, e novidade, por telefone... Ele, não sei porque disse que depende. A menina não entendeu a resposta, queria muito que Luiz fosse claro mas ele relutou em responder. Chegou um ponto que Luiz ligou o botãozinho do fo#%2-se. Quer saber menina, disse Luiz, não ficaria não mas se tratando de você não tenha dúvidas que faria isso! Ficou um clima meio estranho, de surpresa e medo e sei lá, acho que por parte dela também. Por Luiz a vontade que tinha era de sair correndo até o trabalho dela, passando antes numa floricultura e bla bla bla bla, coisas de Luiz... rs... bom, conseguiu se controlar mesmo porque teria muito trabalho a fazer.

Porém, a noite, ele iria encontrá-la pois teria que entregar a ela parte da matéria para a prova da semana seguinte. No local marcado lá estava a menina que, ao invés de uma cara de revolta muito conhecida por Luiz estar quase 40 minutos atrasado, apresentava uma cara de ué! Não sei definir com palavras a cara de ué. Luiz, tentou agir como se nada tivesse acontecido, entregou o que ele a devia e se despediu. No que partiram, Luiz, tomado por uma força nunca antes vista, vira e grita por ela. Espere menina! Ela se vira e fica estática esperando algo, Luiz, não entendendo o recado, saca de sua bolsa um saquinho de pão de queijo e entrega para ela, afinal, ela estava vindo do trabalho, amava pão de queijo e deveria estar com fome. Luiz então lhe entrega o saquinho, se despede novamente e claro, continuou, desta vez sem querer, mantendo o processo de fazer e desfazer amigas.