Só queria um colo...
Como conseguir êxito sem conhecer as premissas básicas de um bom cafajeste? Luiz, mais uma vez errado, achou que conseguiria sem conhecer. Estava ele em seu curso. Era mais fofo e mais bobo que atualmente. Interessou-se por uma menina e no início do curso mandou um recadinho em papel para ela. Esta ficou muito feliz. Passado uns seis meses, Luiz, ao falar algo sobre a admiração por ela fez com que esta retirasse aquele papelzinho de seu estojo e o devolvesse. De imediato disse a menina: Vamos ao cinema!
Uau! Pensou Luiz. Nunca mais convido formalmente certo de que sempre ao falar desta forma conseguiria êxito. Mas enfim, foram ao cinema e nada aconteceu além do que se passava naquela grande tela. Enfim, bola pra frente. Dia seguinte, Luiz estava em casa pensando onde foi que ele errou. Não concluiu nada e achou que deveria tentar de novo. Pegou o telefone e ligou para uma outra menina e foi ao cinema novamente, surpreso, por esta também ter aceitado. O engraçado é que desta vez também não aconteceu nada além do que aconteceu atrás da grande tela.
Luiz refletindo consigo mesmo concluiu que teria algo muito errado. E claro, convidou uma terceira. Desta vez fez diferente, pagou as duas entradas e o lanche, coisa que para as anteriores não teria feito. Esta também não permitiu que acontecesse algo além do que se passava atrás da grande tela. Luiz passou a acreditar que as meninas vão mesmo ao cinema para assistir o filme.
Dias depois, Luiz era conhecido como cafajeste. Desta vez via se um cara revoltado e negando veementemente tal designação. Não aceitava o fato de ser cafajeste sem ter conseguido a parte boa da coisa. Ele confessa que foi garoto, mas chegar a cafajeste já era de mais. O fato se consumou no intervalo da aula de história. Estavam as três meninas conversando na bancada da frente e Luiz com suas anotações. Nisto elas caíram numa disputa para saber qual teve o fim de semana mais legal. Surpresas ficaram ao constatar que teriam ido ao cinema com Luiz. Neste momento as três se viraram para Luiz e ainda tiveram o descaramento de se revoltar contra ele. Hoje Luiz compra pipocas para assistir a um filme!
Uau! Pensou Luiz. Nunca mais convido formalmente certo de que sempre ao falar desta forma conseguiria êxito. Mas enfim, foram ao cinema e nada aconteceu além do que se passava naquela grande tela. Enfim, bola pra frente. Dia seguinte, Luiz estava em casa pensando onde foi que ele errou. Não concluiu nada e achou que deveria tentar de novo. Pegou o telefone e ligou para uma outra menina e foi ao cinema novamente, surpreso, por esta também ter aceitado. O engraçado é que desta vez também não aconteceu nada além do que aconteceu atrás da grande tela.
Luiz refletindo consigo mesmo concluiu que teria algo muito errado. E claro, convidou uma terceira. Desta vez fez diferente, pagou as duas entradas e o lanche, coisa que para as anteriores não teria feito. Esta também não permitiu que acontecesse algo além do que se passava atrás da grande tela. Luiz passou a acreditar que as meninas vão mesmo ao cinema para assistir o filme.
Dias depois, Luiz era conhecido como cafajeste. Desta vez via se um cara revoltado e negando veementemente tal designação. Não aceitava o fato de ser cafajeste sem ter conseguido a parte boa da coisa. Ele confessa que foi garoto, mas chegar a cafajeste já era de mais. O fato se consumou no intervalo da aula de história. Estavam as três meninas conversando na bancada da frente e Luiz com suas anotações. Nisto elas caíram numa disputa para saber qual teve o fim de semana mais legal. Surpresas ficaram ao constatar que teriam ido ao cinema com Luiz. Neste momento as três se viraram para Luiz e ainda tiveram o descaramento de se revoltar contra ele. Hoje Luiz compra pipocas para assistir a um filme!

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