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Existe o tal lado bom?

Não sabemos mas Luiz, um cara carinhoso, atencioso, bonzinho e fofo, sempre procura um. Ele busca a mulher ideal tentando entender o mundo feminino, acredita que este é o caminho. Por vezes, é tomado por Henrique, um cara sagaz, antenado e disposto a resolver a coisa da forma mais simples possível. Disto tiramos n situações, algumas tristes, algumas divertidas, mas sempre com um lado bom, um aprendizado, um modo diferente de encarar a situação. Se existe o tal lado bom? Descobriremos...

quarta-feira, janeiro 25, 2006

Rasgando dinheiro...

Ser ou não ser, eis a questão! Comentário feito por sua psicóloga numa surra intelectual que lhe dara. A mulher tinha linhas de raciocínio para qualquer palavra que lhe trazia algum tipo de questionamento. Logo, não demorou para que Luiz a denominasse um guru sabichão dos preceitos comportamentais da sociedade!

Passado um tempo ali, como a consulta já tinha virado bagunça, inevitável nosso amigo não pergunta-la o porquê de meninos bonzinhos ficarem sozinhos mesmo sendo bons de cama. O silêncio era tal que levou nosso amigo a mais simples das reflexões. Esta dizia: “Meu caro, tu falou merda!”. Mas, acreditando que não veio ao mundo a passeio, imediatamente pensou numa solução para aquela situação, soltando em seguida a seguinte expressão: “Brincadeirinha!” Expressão essa que só consertou metade... Já era um bom começo não é mesmo?

Então, voltando à questão, colocou ali seus dramas e convicções de modo a expressar de uma forma mais suave e didática o que Luiz queria dizer com aquela pergunta. Ele estava confuso por sempre errar da mesma forma e não acreditava mesmo que o que fazia era um erro. Mulheres querem ser amadas, mas por outro lado, você não pode dizer que as amam antes do primeiro mês porque elas fogem. Pensou imediatamente em uns pãezinhos de queijo mas até estes não resolveriam a questão. Mas então Dona Psicóloga, o que me diz a respeito, perguntou Luiz. Esta, agora comovida confessou que o bonzinho não tem graça, é como feijão com arroz, alimenta, mas não é nada sem um algo mais.

Opa, a discussão prometia render, a pergunta seguinte era o que ela achava da atuação como oposto disso, tipo cachorros e cafajestes sem coração. Ela, já se amarrando na situação uma vez que nunca tinha rido tanto com tanta asneira de um paciente, respondeu que neste caso já não seria o Luiz. Fala sério que todo mundo conhece o Luiz a ponto de não acreditar mesmo que ele possa ser cachorro!? Até a psicóloga!

Então, se alguém lhe chamasse para ir a um cinema prometendo lhe pagar um sorvete, em que casos não iria? Ela ainda parou para pensar e, simplificando, respondeu que não iria se não estivesse afim. Opa, dali tiramos que o não querer era democrático, Luiz já sabia disto mas ainda nessa questão, o que seria uma pessoa que deseja um cinema com você mas quando finalmente a convida esta nega? Uma pessoa não muito esperta, respondeu sua psicóloga. Enfim, precisava ter ido à psicóloga?