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Existe o tal lado bom?

Não sabemos mas Luiz, um cara carinhoso, atencioso, bonzinho e fofo, sempre procura um. Ele busca a mulher ideal tentando entender o mundo feminino, acredita que este é o caminho. Por vezes, é tomado por Henrique, um cara sagaz, antenado e disposto a resolver a coisa da forma mais simples possível. Disto tiramos n situações, algumas tristes, algumas divertidas, mas sempre com um lado bom, um aprendizado, um modo diferente de encarar a situação. Se existe o tal lado bom? Descobriremos...

quinta-feira, março 30, 2006

Você está triste cara?

É estou... Foi o que Luiz disse a Carlos quando revelara algo muito importante após o terceiro pedágio. Pedágio!? Tudo começou quando Luiz foi convidado por seu amigo Carlos para conhecer a cidade de Juiz de Fora. Eles estavam a caminho da casa da namorada de Carlos que, pela boa fama da cidade, fazia com que Luiz não visse muitos problemas em ficar sozinho rodando por lá.

Luiz estava feliz, contente, cheio de esperanças em seu coração. Já tinha ouvido muitas histórias legais da cidade, conhecia pessoas que não trocariam um fim de semana lá por qualquer um que fosse em Salvador. Enfim, estava a caminho daquele lugar que deixava claro para Luiz que teria que voltar mais vezes, uma vez tendo deixado lá, uma pá de meninas querendo mais e mais de sua atenção e carinho. Lembrando que, outro ponto motivador foi uma pesquisa que leu dizendo que as cariocas são as mulheres mais difíceis do Brasil logo, só o fato de sair do Rio já estava valendo.

E nosso amigo contente pegando estrada com seu amigo Carlos. Ainda na BR-101 Carlos virou para Luiz e disse que tinha uma revelação a fazer. Nada chateava Luiz pedindo assim que continuasse. Mas não, Carlos disse que só falaria após o terceiro pedágio. Ainda assim, Luiz era o ser mais feliz do mundo, afinal, era um dos fins de semana que mais prometiam e que há tempos não se via um daqueles na vida de Luiz.

Enfim, chegada ao terceiro pedágio, já cruzando a fronteira do Rio de Janeiro com Minas Gerais. E Carlos revela seu tão importante segredo, guardado por quase 200 km. Ele diz: “Luiz, este fim de semana é parada gay em Juiz de Fora”. Aí, pergunto a vocês, que amigo é esse?

sábado, março 25, 2006

Olha a outra ali, olha...

Depois de ver como a coisa era simples, Luiz ainda na boate. Confessou que para ele nem era lá um lugar no mundo que precisaria ir freneticamente, mas estava lá, afinal passar horas naquele lugar com seus amigos realmente era um atrativo nada dispensável.

Luiz, após ver como Rodrigues em segundos resolveu o problema da menina bêbada, pensou de imediato em quão ele estava desatualizado em investimentos na night. Parou então um bom tempo para observar pessoas, afinal se sentia um cientista concluindo rapidamente que as coisas eram realmente bem simples.

Porém, como toda amostra, tínhamos um ponto divergente. Antes que Luiz acreditasse que só ele era capaz de ficar cerca de 40 minutos falando com uma mulher, ele percebe Gonçalves. Seu amigo estava a quase 2 horas investindo em uma menina que, na parte que não devemos entender, estava fazendo uma supervalorização do produto. Luiz tomou seu amigo como exemplo que, de certa forma, o deixou aliviado uma vez que existia no mundo um outro ser que ainda utilizava um bom jogo de palavras para conquistar uma mulher.

O curioso é que Gonçalves virou assunto da mesa. A questão era como ele conseguia ficar tanto tempo ali e mais, de onde tirava forças para quebrar tantos argumentos. Inevitável o pessoal não citar a parte que não devemos entender, várias especulações a respeito da situação. Acharam que ela era lésbica, ou que queria namorar (fato este que a tornava um ser difícil), ou que tinha um ex que estava olhando para ela, ou que poderia ter achado ele um fofo e não queria magoá-lo (Nem foi de Luiz este comentário), ou que ela não falava português, mas peraí, o Gonçalves falava espanhol! Ah sim, mas então ela falava Francês... Enfim...

Mas estava lá seu amigo investindo ferozmente na menina e nada. E, chegou a hora, a hora que Gonçalves cansou, desistiu e estava a pouco de mandar ela para um lugar nada legal. Junto com o cansaço soltou o seguinte desabafo: “Quer saber!? Vou ficar com outra!”. No mesmo momento a menina cedeu... O que não é conhecer a concorrência né!?

segunda-feira, março 20, 2006

Era simples assim!?

Luiz na tal boate da moda no Rio de Janeiro. Ali perto estava uma menina que não era lá uma magrela, nem tão pouco marrenta. Mas estava lá. Ela trocou algumas palavras com Luiz de modo que deixasse claro para ele que sua mente já se encontrava com um elevado nível etílico. Mas, ainda assim, parecia uma menina legal, fazendo com que Luiz lançasse mão de suas estratégias, que falharam! Como assim!?

É, falharam... A menina não quis nada com Luiz e sabem o que ela disse? Que Luiz era um cara muito fofo e que não achava certo ficar com ele, pois certamente o magoaria. Luiz até hoje não entendeu o que fez para lhe passar tal impressão tão rápido. Eis que chegamos mais uma vez na parte que não é para entender.

"Ué" era a cara de Luiz. Não entendia como conseguira tal feito. Mas, enfim, como estava numa boate, o mais natural era deixá-la. Afinal, como o que mais havia lá eram meninas legais, assim o fez.

Porém, para sua surpresa, onde quer que Luiz fosse a menina estava bem atrás. Ela não queria sair de perto dele por nada. Queria conversar, dançar, rir, mas resolver o problema de Luiz era fato que não iria. E mais: ao ficar ao lado dele nem permitiria que o tal problema se resolvesse.

Que mundo curioso! Luiz acreditava que já tinha passado por uma pá de situações e pensou: "não dá para piorar..." Ledo engano! Luiz parou de dar atenção para a menina e, quando percebeu, o que raios ela estava fazendo? Estava investindo nas mulheres a volta de onde Luiz estava, para o Luiz! Queimação total! Desespero era o sentimento que crescia em nosso amigo. Além de não conseguir nada com a menina, bastariam poucos minutos para não conseguir nada com mais nenhuma ali perto.

Para sua sorte, eis que surge o bom e velho Rodrigues! Este, um cara sagaz, impiedoso e sem coração, agarrou a mulher já puxando-a pelos cabelos, sem muito lenga-lenga, e resolvendo a questão mantendo a menina bem ocupada.

Então tá né?

sexta-feira, março 10, 2006

Escolhas, escolhas...

O tempo todo um sujeito está fazendo escolhas. O tempo todo! Estas vão desde o copo que usará para beber água até um dado rumo profissional. Posso colocar também que assim como bom e mau, sim ou não, as escolhas também tem dois lados.

Nosso amigo resolveu curtir seu carnaval no Rio. Passou a freqüentar blocos, cair na night e aproveitar o que sua cidade tinha a oferecer nesta época. Este, não estava sozinho, estava andando com as amigas de sua irmã mesmo em face a todo aprendizado que tenha adquirido ao longo da vida. Mas como são belas tais moças. E, resolveu mirar em uma. Passou desapercebido e utilizando de todo seu conhecimento, percebeu que esta não estava facilitando a abordagem.

Mas além de seguir seus desejos nosso amigo tem um lado nada esperto. Este lado chegou a ser advertido que não seria interessante uma investida em face a retornos recebidos a respeito. Conseguiu se segurar por hora seguindo mais e mais o seu instinto procrastinador.

Dia seguinte, aparece uma outra vítima em potencial, esta, alem de bela, era divertida e estava bem aí para as investidas de Luiz. Mas desta vez o lado nada esperto foi mais forte. Nem a notou. Continuou na empreitada inicial e, mesmo sem retorno, partiu para a solução do problema. Resultado? Não houve mas é fato que quando menos se espera, algo muito legal pode esbarrar em você sendo necessário estar bem esperto mesmo...

domingo, março 05, 2006

Resolvendo...

Outrora, nosso amigo já constatara que apagar alguém de sua vida não é lá uma boa forma de resolver a questão. É fato que resolve mas por não ser a melhor forma este se deparou com mais uma situação. A volta de um alguém que teria feito um estrago enorme por aqui. A questão que lhe apareceu foi: Eu não tinha apagado? Ué! Não apagou!?

Estava mais uma vez querendo explicações universais quando, em um momento x, percebeu que era um tolo, estava perdendo tempo alimentando tal coisa quando tinha uma única coisa a fazer... Processar o fabricante de borrachas! Com isto ganharia dinheiro e conseguiria mais que resolver o problema, comprar finalmente seu barquinho.

Mas voltando a realidade, de início procurou várias alternativas para amenizar tal abertura de feridas, dentre elas tínhamos arranjar alguém, beber até cair, desprezar... Estas, de cara, provaram que perante a tal eram inúteis, pois mais uma vez se via atuando, fazendo coisas que não eram de si e claro, fugindo de seu eu.

Mas, agora um pouco mais nada esperto, queria acabar com aquilo e partiu firme para solucionar a questão. Faltou o evento!