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Existe o tal lado bom?

Não sabemos mas Luiz, um cara carinhoso, atencioso, bonzinho e fofo, sempre procura um. Ele busca a mulher ideal tentando entender o mundo feminino, acredita que este é o caminho. Por vezes, é tomado por Henrique, um cara sagaz, antenado e disposto a resolver a coisa da forma mais simples possível. Disto tiramos n situações, algumas tristes, algumas divertidas, mas sempre com um lado bom, um aprendizado, um modo diferente de encarar a situação. Se existe o tal lado bom? Descobriremos...

sábado, março 25, 2006

Olha a outra ali, olha...

Depois de ver como a coisa era simples, Luiz ainda na boate. Confessou que para ele nem era lá um lugar no mundo que precisaria ir freneticamente, mas estava lá, afinal passar horas naquele lugar com seus amigos realmente era um atrativo nada dispensável.

Luiz, após ver como Rodrigues em segundos resolveu o problema da menina bêbada, pensou de imediato em quão ele estava desatualizado em investimentos na night. Parou então um bom tempo para observar pessoas, afinal se sentia um cientista concluindo rapidamente que as coisas eram realmente bem simples.

Porém, como toda amostra, tínhamos um ponto divergente. Antes que Luiz acreditasse que só ele era capaz de ficar cerca de 40 minutos falando com uma mulher, ele percebe Gonçalves. Seu amigo estava a quase 2 horas investindo em uma menina que, na parte que não devemos entender, estava fazendo uma supervalorização do produto. Luiz tomou seu amigo como exemplo que, de certa forma, o deixou aliviado uma vez que existia no mundo um outro ser que ainda utilizava um bom jogo de palavras para conquistar uma mulher.

O curioso é que Gonçalves virou assunto da mesa. A questão era como ele conseguia ficar tanto tempo ali e mais, de onde tirava forças para quebrar tantos argumentos. Inevitável o pessoal não citar a parte que não devemos entender, várias especulações a respeito da situação. Acharam que ela era lésbica, ou que queria namorar (fato este que a tornava um ser difícil), ou que tinha um ex que estava olhando para ela, ou que poderia ter achado ele um fofo e não queria magoá-lo (Nem foi de Luiz este comentário), ou que ela não falava português, mas peraí, o Gonçalves falava espanhol! Ah sim, mas então ela falava Francês... Enfim...

Mas estava lá seu amigo investindo ferozmente na menina e nada. E, chegou a hora, a hora que Gonçalves cansou, desistiu e estava a pouco de mandar ela para um lugar nada legal. Junto com o cansaço soltou o seguinte desabafo: “Quer saber!? Vou ficar com outra!”. No mesmo momento a menina cedeu... O que não é conhecer a concorrência né!?

3 Comments:

Blogger Lih said...

Ontem, eu quase que concordava com o Fábio, depois dessa vejo que a teoria da patada bem dada é o melhor remédio...

24/3/06 13:47  
Blogger Edu said...

E você acha que as duas horas de conversa não foram fundamentais para ela ter cedido no momento da desistencia?
Vai que se ele desistisse com 1h55min de conversa e ela não cedesse! O nome disso é "timing"!!!!

Hahahaha!!!
(De muuuuito bom humor)

25/3/06 00:46  
Blogger Fillipe said...

ou então, se ele tivesse dito isso com 10min de conversa o resultado tivesse sido o mesmo... Mas aí entra a parte que a gente não entende... ;)

25/3/06 20:46  

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