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Existe o tal lado bom?

Não sabemos mas Luiz, um cara carinhoso, atencioso, bonzinho e fofo, sempre procura um. Ele busca a mulher ideal tentando entender o mundo feminino, acredita que este é o caminho. Por vezes, é tomado por Henrique, um cara sagaz, antenado e disposto a resolver a coisa da forma mais simples possível. Disto tiramos n situações, algumas tristes, algumas divertidas, mas sempre com um lado bom, um aprendizado, um modo diferente de encarar a situação. Se existe o tal lado bom? Descobriremos...

domingo, abril 30, 2006

Indigestão...

E a tristeza invade o ser de Luiz. Podíamos arriscar que estar a alguns minutos após o almoço o deixaria assim, mas sabemos que não. Aquela velha promessa da menina que faria diferença. Ele parou e não acreditava que realmente aquela tinha passado, não aquela. Aquela que queria Luiz por perto, que ligava para ele, mandava recados e perguntava se ele gostava de doces ou de sorvetes. Pensava em maneiras legais em não deixa-lo morrer de fome ou apenas vivendo de pipocas de microondas. Sempre aparecia com idéias novas, corria atrás de seu trabalho e ficava chateada quando não conseguia faze-lo. Enfim, faria a diferença. Faria não, fez uma vez que tenha passado. Difícil acreditar que até ela passou, lamento era seu sobrenome. Estava pronto para começar tudo de novo com uma ou outra que eram um talvez. Olhava para os lados, para cima, para trás e não via nada além de uma expectativa de direção. Era um outro, um alucinado por uma busca, que traria ou não respostas, mas ainda assim, cego. O que não era a hora após o almoço, saciado fisicamente e triste por apenas digerir que ela não estava consigo. Correr atrás dela? Passava sim por sua cabeça mas o porém ia além. Ela não estava ali, não sabia dela, correr para onde se o limite do ponto no espaço que ela esteja tenda ao infinito? L’H^opital? Resolveria bem se o problema fosse somente à indeterminação. Então, hospital!? È, talvez um daqueles psiquiátricos, era provável estar se tornando um lunático... Não estava nada fácil perder, não daquela vez, não ela. O nome disso poderia ser loucura, obsessão. Ou talvez, carinho, desejo. Ah sim, plano b, c, t³... Sem mais comentários, o bem substituto serve apenas para consumidores nada cativos, o que não era o caso dele.

terça-feira, abril 25, 2006

Final Feliz!?

É bem o que nosso amigo espera de seu mais novo investimento. O curioso parece o pouco que isso significa pois no fundo Luiz esperaria um pouco mais do que um mundo de retorno. Tal menina apareceu do acaso, em sua casa num momento triste no qual vemos a face de um trabalhador destruído por uma jornada de trabalho. Ainda assim foi divertido, companheiro, bonzinho, carinhoso e fofo. O que tínhamos após era mais uma menina no msn de Luiz. De certa forma mais uma que não esperaria muito visto o tamanho da distância que apareceu naquele programinha de bate papo. Porém, sem entender muito, esta lhe fez um convite para visitá-la na faculdade dela. Nosso amigo sempre adiando até perceber que assim como não esperava, podia acontecer algo bem legal por lá.

Numa bela sexta partiu para o estabelecimento. Como percebeu que a faculdade era enorme ligou para ela, fato este que a surpreendeu e, a encontrou, que o surpreendeu. Ele confessou que tinha esquecido como ela era e que, se lembrava de algo, era que ela era uma menina muito legal, mas gata? Gata nem passava pela sua cabeça até então. Pronto, babão e trêmulo e novidade, antes de pensar efetivamente na investida.

Levou ela até o ponto de ônibus, conversaram, riram e não mais a viu. Chegou em casa imaginando o quão tosco parecera. Não demorou muito e recebeu uma mensagem dela dizendo que adorou o amendoim (que Luiz levara para ela). Ainda tenso conseguiu resistir e não retornar a mensagem (baseado na teoria de que tal coisa o tornaria fácil). Dia seguinte também resistiu bem, mas domingo... Estava lá nosso amigo partindo para o telefone. Falou algo nada haver e pulou para o convite do cinema. Surpreso ficou ao perceber que ela aceitou de pronto. Era então um cara feliz e contente, lavou até a louça de casa! Mais tarde, bolando a estratégia para o dia, tocou seu telefone, era ela desmarcando por motivo de força maior. Desânimo era a face de Luiz até ela terminar a ligação que remarcara o ato para o dia seguinte. Enfim, mais um dia tenso de espera para o momento X.

Dia e hora do momento X, outro desmarque. É, parecia mesmo que Luiz não estava com sorte. Ela pediu para que ele marcasse outro dia e nosso amigo, já desanimado, disse que não marcaria pois estava na vez dela. Então tal fato ficou nas mãos dela que deixou pré marcado para sábado, que também passou... Recorreu então ao mestre supremo que o orientou a partir para uma outra. Afinal, ela não lhe deu segurança alguma.

Então, msn sabadão! E ela estava lá... Apesar de apresentar uma justificativa plausível era notável que deste lado tínhamos um cara nada nada feliz fadado a assistir zorra total, que até que tem melhorado! Não deu muita atenção a ela. Ao se despedir ela o questionou sobre porquê dele sair tão cedo do programa. Ele sorriu e disse que estava tarde. Ela comentou algo sobre ele estar saindo para ir para farra e ele fechou dizendo que o que ele queria mesmo era estar com ela. Neste momento víamos uma outra menina, um ser preocupado em não zurnir Luiz e lamentando o fato de não poder vê-lo. Ela ficou de remediar isso... Deverá nosso amigo esperar?

quinta-feira, abril 20, 2006

Após a jogatina...

Belo de um início de semana no Rio de Janeiro. Luiz acorda e se apronta para iniciar sua rotina. Antes de qualquer coisa dá uma repassada na matéria que iria discutir com a professora e entra na internet para checar seus e-mails. Lá estava Ferreira, este questionou Luiz sobre qual seria o tamanho de sua animação. Nosso amigo disse fortemente que não encontrou muitos motivos para ter uma grande animação.

Ferreira ficou surpreso pois para ele existiam muitos motivos, um deles era Luiz ter vencido de lavada os joginhos de tabuleiro ao longo do fim de semana. Nosso amigo de pronto percebeu o que seu Ferreira dissera. Lembrou imediatamente daquele velho ditado, tão velho que podia ser interpretado como lei. “Azar no jogo, sorte no amor!”. Luiz nada feliz fez um pequeno flashback de seu fim de semana e constatou que “Sorte no jogo, azar no amor” também era válido. Xiiiii...

Mas Luiz não é um cara de se abater com tais coisas, se ele estava com esse problema vendo o lado bom quem perdeu os jogos foi Ferreira, logo, seu amigo estava com sorte. Visto que o problema de Luiz não se resolveria caiu a torcer por Ferreira! “PEGA ELA FERREIRA!!”

Ps.:
Alguém quer jogar buraco!? pra perder hein!!

segunda-feira, abril 10, 2006

Sinais...

Período entre provas, tudo sobre controle e Luiz em casa sábado sem muitas surpresas. Neste momento toca seu telefone, trazendo junto com o nascimento de uma imensa expectativa de que as coisas estavam por mudar. Luiz foi convidado por seu amigo Takitani para partir para uma aventura. Estavam partindo para Paty do Alferes, Luiz, Takitani e mais três meninas... Uma delas dirigindo a linda marajó 86 verde com toca fitas, realmente tudo para uma aventura.

Foram muito felizes escutando várias vezes a mesma fita, era a única que tinham. Luiz perturbou as meninas, decidiu rotas, negociou estadas, sempre muito presente. Como não haviam pousadas vagas, o que conseguiram foi apenas uma vaga no estacionamento de uma delas (Era quase uma pousada né!?). A qual passariam a noite pós-evento, dentro do carro. Curtiram o lugar e em um dado momento, uma das meninas queria porque queria comer pé de moleque. Nisto ela vira para o grupo e fala “Alguém quer ir comigo comprar pé de moleque Luiz!?”. Opa, Luiz foi comprar o doce com a menina. Eles conversaram, riram, trocaram piadas, dividiram o refrigerante e estavam muito felizes.

Enfim, curtiram bastante e partiram para a pousada, o lugar do carona já era de Luiz. As demais meninas implicavam com tal lugar destinado a Luiz, mas para Luiz nem era com ele. Chegaram à pousada, pararam o carro na vaga de ouro e foram dormir. Como o tal banco do carona já era de Luiz, por ali mesmo dormiu, ao lado da menina. Acordaram abraçados, trocaram bom dia e foram tomar café contando o quão era irritante o barulho da gota de orvalho que caia sobre o carro. Continuaram felizes juntos e voltaram para casa, Luiz ainda no banco da frente e sofrendo mais e mais com retaliações das demais pessoas que desejavam muito aquele lugar.

A menina então pede o telefone de Luiz para fazer uma ligação, esta fala qualquer coisa nada importante e desliga o aparelho devolvendo o mesmo já dizendo que telefone dela era o que ficou gravado em chamadas realizadas, logo, ele podia ligar quando quisesse. Ouviu então mais burburinhos do banco de trás e continuou feliz curtindo aquele fim de semana.

É, tem coisas que Luiz não aprendeu...

quarta-feira, abril 05, 2006

O Retorno do Guerreiro!

Luiz estava ajudando Ferreira a editar um filme em homenagem ao seu amigo Gonçalves. Isto num belo de um sábado. Passaram o dia inteiro catando recursos para melhor chegar ao objetivo, porém, a cada tentativa, ficavam travados cerca de 2 horas. E, o que fazer nesse tempo? Jogar xadrez pelo msn! E lá Luiz e Ferreira felizes por estarem prestes a iniciar uma série de batalhas tensas. Porém, qual foi a surpresa de Luiz ao notar que o prazo para utilização do jogo havia expirado? O quê!? Tédio!?!? Nãããããoooooo... Resolveram criar outro e-mail para enfim iniciarem o confronto.

Com a idéia formada, Ferreira se lembrou que existia um outro cadastro não utilizado que poderia servir, e, não deu outra, um e-mail prontinho para acessar o jogo. Luiz, fazendo um cadastro qualquer, acabou por se lembrar que também tinha um outro cadastro, este, não era nada comum e bem peculiar. Era nada mais nada menos que o e-mail que utilizava como admirador secreto. Não hesitou em utilizá-lo para o jogo apesar de se sentir patético em confessar para seu amigo o que realmente fizera com aquele e-mail.

Ao jogar, Luiz percebeu que uma menina que gostava muito estava on-line em sua conta principal, pensou um pouco e concluiu, porque não!? Olha Luiz iniciando o processo de admirador secreto daquela bela dama. Ele, agora feliz, estava jogando xadrez e brincando com o admirador secreto. Contudo, como ambos exigiam concentração extrema, percebeu que a coisa não ia dar muito certo. Era notável que a menina não estava nada nada feliz vendo um carinha que só sabia dizer que gostava dela, e em diversos idiomas, o que não são as ferramentas de idiomas do google não!?

Quando então percebeu que a perderia, resolveu entrar em outro computador com sua conta original, afinal se ela tinha que suspeitar de alguém, esse alguém em um primeiro momento não seria Luiz. E não é que a coisa pegou força? A menina ficou louca com a possibilidade de não ser Luiz entrando assim de cabeça na coisa.

Ela o respondia rispidamente não dando muita idéia, pura fachada, nosso amigo nem se importava com isso. Gostava mesmo dela, já tinha se declarado, ela já tinha o transformado um Deus, percebeu que ela era uma máquina de toco ouvindo Lulu Santos e que isso ainda se agravava ao ver uma lua quadrada, juntando isso tudo, imaginem se Luiz entrasse numa de acabar com o desejo sexual dela oferecendo ½ litro de sorvete de chocolate... É, isso também o fez... Mas Luiz, Brasileiro, imaginem se ele desistiu...

Nada, ficou sendo o tal admirador secreto, feliz estava pois ela nunca o respondera tão rápido, mesmo sendo respostas nada construtivas e grossas, mas enfim, estavam lá. Só que, passado um tempo, o mais natural foi ela buscar por uma posição de onde estaria o tal carinha que gostava dela. A menina andou perguntando para seus amigos, amigas, conhecidos, padeiros, motoristas de ônibus, para geral até que, o dia chegou, foi perguntar para Luiz se ele era responsável por aquilo.

E Luiz naturalmente disse que não, óóóóó! Não queria mesmo se expor de novo, estava feliz vivendo ali sabendo que ela gostava dele por tabela. Resolveu então ajuda-la a descobrir como encontrá-lo, a encheu de dicas, maneiras de perguntar algo que desse indício de alguém, os investigadores natos! Ela embarcou mesmo no processo. Ela achou muito legal o andamento das coisas até que, pediu para Luiz adicionar o admirador secreto em seu msn. De cara Luiz imaginou como falaria com ele mesmo...

Pensou como é que o Clark faria para viver sendo Superman, mas amando a Louis como Clark, o fim da história não parecia muito atraente visto que a Louis queria mesmo o Superman e Clark, era só um amigo... Resolveu que não a ajudaria por hora, apenas fez o combinado, colocou o tal admirador secreto em seu programinha e este, fingiu que não o aceitou. Ficou surpreso ao perceber que não foi só Luiz que entrou no msn do admirador secreto e sim, mais um cara de qual ele nunca ouviu falar. Bom, ela devia ter pedido ajuda a este outro também, o divertido era que Luiz tinha certeza que este outro nunca conseguiria falar com o admirador secreto!

Mas como gostava daquela menina, adorava a procura dela por ele e sua pseudo-perseguição, lamentava ela não perseguir Luiz como ela mesma, estava muito curioso em saber como terminaria esta história. Luiz tentou chamá-la para sair como Luiz, ela sempre adiando. Ele queria mostrar que ele era quem ela curtia mas estava difícil. Ela era complicada até para ter um admirador secreto.

Num belo dia desses, nosso amigo entra com a conta do admirador secreto em seu trabalho, a menina on-line, ele estava pronto para iniciar um belo papo no qual, resumidamente, certamente a diria o quanto gosta dela. Porém ocorreu o inesperado, o telefone de Luiz tocou e era ela. O tenso era que Luiz nem se lembrava quando foi a última vez que recebeu uma ligação dela. Ela queria muito que Luiz entrasse para falar com o admirador secreto. Ele tentando sair dessa disse que estava muito ocupado, mas ainda assim a danada conseguiu convencer ele de tal, o que confessa que nem foi muito complicado.

Partiu então para o computador do estagiário com sua conta principal. Neste momento observávamos o Luiz andando de um computador a outro. O departamento achando estranho aquilo e parecia que tal ato era mais importante que qualquer trabalho que estaria fazendo. Para encerrar o assunto no computador do estagiário Luiz abriu o jogo para a menina, digo, o jogo dele. Disse que não estava gostando daquela brincadeira de tentar descobrir o tal admirador dela. Era uma palhaçada aquilo e que, sinceramente, não iria resolver o problema dele visto que deixou várias vezes claro o que sentia pela aquela menina. Ela se espantou com tal revolta e caiu bem na questão onde Luiz dissera que estava triste com isso.

Deixou o programa e voltou para a conta do admirador secreto para que, numa rotina, continuasse ali falando com aquele ser hostil.

Porém pessoas tinham necessidades fisiológicas e com Luiz não foi diferente. Partiu para o banheiro e quando voltou, o responsável pela manutenção em seu computador estava resolvendo um problema em sua máquina. Antes de fechar o msn ele deixou o seguinte recado: “Menina, espera um minutinho que o Luiz já volta!”.

Alguém voltou!?