A chave!
Andei fazendo algumas releituras e, por vezes distraído, inevitável foi entender outra coisa. Gonçalves mencionou algo sobre a existência de uma chave, encontrar onde usa-la que requer trabalho, muito trabalho, pois ali que estará o ponto fundamental para resolver a questão. Já a questão foi mencionada por Ferreira. Tratava-se da busca por um alguém em um lugar onde teoricamente deveria estar. Por outro lado, transparência foi um ponto fundamental colocado por Rodrigues, isto porque, para que se encontre o alguém, as coisas tinham que estar claras para esse alguém uma vez existindo uma suspeita. E, ainda nesse âmbito, Oliveira colocou que não deveríamos nos preocupar com a busca baseados em conceitos abstratos.
O que faço com isso!?
Encontros e desencontros comigo mesmo; achar algo novo diferente do que acreditava encontrar; insistir num pseudo-erro com fé que este não é um erro; falar sem ter noção do que quero falar, mas apenas pelo ponto de estar próximo; catar em outra pessoa o que vi em quem eu quero; lavar o carro mesmo sabendo que vai chover; apagar alguém de minha vida; quais destas coisas não são abstratas? E pior, qual dos quatro acima está certo uma vez que estão falando da mesma coisa?
Resolver o problema parece sempre a melhor coisa, mas, assim como os macaquinhos que tem medo de subir a escada, a cada erro, resolver se torna mais doloroso. Deixar mais claro que se declarar ainda não sei como, a resposta negativa indicando receio é entendível porém, não acredito mesmo que esta forma de resolver não funcione. Talvez algo de errado que não esteja claro sendo isto, o que me leva novamente a conceitos abstratos enquanto eu não descobrir o que é ou alguém que descubra consiga me dizer, enfim, 20 reais para quem descobrir!
O que faço com isso!?
Encontros e desencontros comigo mesmo; achar algo novo diferente do que acreditava encontrar; insistir num pseudo-erro com fé que este não é um erro; falar sem ter noção do que quero falar, mas apenas pelo ponto de estar próximo; catar em outra pessoa o que vi em quem eu quero; lavar o carro mesmo sabendo que vai chover; apagar alguém de minha vida; quais destas coisas não são abstratas? E pior, qual dos quatro acima está certo uma vez que estão falando da mesma coisa?
Resolver o problema parece sempre a melhor coisa, mas, assim como os macaquinhos que tem medo de subir a escada, a cada erro, resolver se torna mais doloroso. Deixar mais claro que se declarar ainda não sei como, a resposta negativa indicando receio é entendível porém, não acredito mesmo que esta forma de resolver não funcione. Talvez algo de errado que não esteja claro sendo isto, o que me leva novamente a conceitos abstratos enquanto eu não descobrir o que é ou alguém que descubra consiga me dizer, enfim, 20 reais para quem descobrir!

4 Comments:
hum... e se a CHAVE não for algo físico? e se a vida, não for algo concreto? E se a vida, for abstrata? Talvez devamos parar de tratar os sentimentos como uma prova de gramática, e começar a tratá-los como uma prova de interpretação de texto...
E aí, vale pelo menos uns 5 contos? ;)
Vale 10 só pela poesia da resposta (só não vale 20 porque não resolveu o problema do nosso amigo Luiz a curto prazo - mas se o fizer no futuro, de repente você consegue uma segunda prestação! :)).
hum... vou tentar de novo então com uma metáfora mais simples. Imagine um bêbado tentando colocar a chave na fechadura. O cara que se declara afobado age como um bêbado, trocando as palavras, falando besteira e perdendo a CHAVE. Acho que um pouco de excesso de confiança pode agir como um bom engov nesse caso... mas cabe a cada um encontrar uma farmácia que venda esse tipo de remédio... ;)
Nossa,que tempestade em copo d'agua!!! Eh mais fácil parar de ver a vida como um quebra-cabeças nível "prêmio Nobel" e simplesmente parar de procurar qualquer coisa!! Já dizia o velho ditado que,quando vc desiste de procurar alguma coisa,eh quando ela aparece...pense nisso,ou melhor,não pense não, pq vcs pensando nunca dá certo!
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