Apenas um garoto...
Sabe aquele amor de adolescência? É aquele em que você tem medo de usar o telefone, não pode ver a pessoa e parece que estar perto incomoda mais do que não estar, mesmo sabendo que o que mais quer é estar por perto. Enfim, Luiz, com seus quatorze anos, era apaixonado por sua amiga de turma, este ficou atrás dela por quase um ano. Eram amigões e esta seria sua primeira experiência com este sentimento tão cruel, a amizade feminina.
Depois deste longo ano abriu seus sentimentos, coisa que agora já grandinho, percebe que não é lá muito interessante num primeiro momento, nem num segundo! E, como garoto novo e tímido, fez isso por carta. Luiz estava ao lado da menina quando ela leu e esta, pela primeira vez, escutou aquela que seria a expressão que futuramente não lhe deixaria nada feliz... “Luiz, eu sou só sua amiga...” De início e sem entender realmente o que ela queria dizer, viu que isto ele já sabia. Repetiu então tudo o que tinha na carta uma vez que acreditava que aquela menina não teria entendido o que tinha lido. Ela repetiu a mesma resposta. Engraçado que quem passou a não entender mesmo foi Luiz, mas enfim, continuou a admirá-la.
Vivia falando na menina que certamente tinha um lugar bem legal em seu coração novinho. Uma das pessoas com quem comentava era com seu amigo, Carlos. Este achou bem legal a descrição que Luiz fizera sobre a menina e demonstrou interesse em conhecê-la. Luiz, ao ver esse interesse, não via a hora de apresentar seus melhores amigos. Foram a uma festa e Luiz consumou o fato. Em poucos trinta minutos estavam os dois se pegando na escada do prédio em que estavam...
Luiz, perplexo, se sentia mal, muito mal, deste sentimento foi apresentado a outro conhecido como revolta, quando encontrou o infeliz, o pancou acreditando fortemente que era o mais poderoso dos samurais. Mas olhe só os detalhes aí, não é que Carlos era maior que ele!? Bom, Luiz confessa que apanhou, porém ter acertado uns de jeito no infeliz foi fato! Enfim, conseguiu sobreviver e hoje entende exatamente o que é um fura-olho...
Depois deste longo ano abriu seus sentimentos, coisa que agora já grandinho, percebe que não é lá muito interessante num primeiro momento, nem num segundo! E, como garoto novo e tímido, fez isso por carta. Luiz estava ao lado da menina quando ela leu e esta, pela primeira vez, escutou aquela que seria a expressão que futuramente não lhe deixaria nada feliz... “Luiz, eu sou só sua amiga...” De início e sem entender realmente o que ela queria dizer, viu que isto ele já sabia. Repetiu então tudo o que tinha na carta uma vez que acreditava que aquela menina não teria entendido o que tinha lido. Ela repetiu a mesma resposta. Engraçado que quem passou a não entender mesmo foi Luiz, mas enfim, continuou a admirá-la.
Vivia falando na menina que certamente tinha um lugar bem legal em seu coração novinho. Uma das pessoas com quem comentava era com seu amigo, Carlos. Este achou bem legal a descrição que Luiz fizera sobre a menina e demonstrou interesse em conhecê-la. Luiz, ao ver esse interesse, não via a hora de apresentar seus melhores amigos. Foram a uma festa e Luiz consumou o fato. Em poucos trinta minutos estavam os dois se pegando na escada do prédio em que estavam...
Luiz, perplexo, se sentia mal, muito mal, deste sentimento foi apresentado a outro conhecido como revolta, quando encontrou o infeliz, o pancou acreditando fortemente que era o mais poderoso dos samurais. Mas olhe só os detalhes aí, não é que Carlos era maior que ele!? Bom, Luiz confessa que apanhou, porém ter acertado uns de jeito no infeliz foi fato! Enfim, conseguiu sobreviver e hoje entende exatamente o que é um fura-olho...

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