Existe o tal lado bom?
Não sabemos mas Luiz, um cara carinhoso, atencioso, bonzinho e fofo, sempre procura um. Ele busca a mulher ideal tentando entender o mundo feminino, acredita que este é o caminho. Por vezes, é tomado por Henrique, um cara sagaz, antenado e disposto a resolver a coisa da forma mais simples possível. Disto tiramos n situações, algumas tristes, algumas divertidas, mas sempre com um lado bom, um aprendizado, um modo diferente de encarar a situação. Se existe o tal lado bom? Descobriremos...
segunda-feira, janeiro 30, 2006
Grito do 3º Sgt. Costa após dado o sinal de presença inimiga. Partiu para cima jurando que as armas estavam carregadas, jurando... Depois de um bom tempo mirando, puxa o gatilho e “clic clic clic”. Não quis perder tempo e sacou de um de seus bolsos o estilingue. Pelo chão nada diferente de pequenas pedras. Como acreditava naquele estilingue, atirou acertando na cabeça do inimigo que tinha nada mais nada menos que, um capacete. O lado bom é que o Sgt. Costa fez o inimigo rir. Mas ainda assim, sem piedade, o inimigo nem avisou que Luiz pisaria em instantes numa mina, era uma mina diferente, brilhava e ao ser acionada, além de mandar Luiz pelos ares, soltou fogos que escreveu no ar “Amizade é tão bonito!”. Tem alguém na UTI...
quarta-feira, janeiro 25, 2006
A chave!
Andei fazendo algumas releituras e, por vezes distraído, inevitável foi entender outra coisa. Gonçalves mencionou algo sobre a existência de uma chave, encontrar onde usa-la que requer trabalho, muito trabalho, pois ali que estará o ponto fundamental para resolver a questão. Já a questão foi mencionada por Ferreira. Tratava-se da busca por um alguém em um lugar onde teoricamente deveria estar. Por outro lado, transparência foi um ponto fundamental colocado por Rodrigues, isto porque, para que se encontre o alguém, as coisas tinham que estar claras para esse alguém uma vez existindo uma suspeita. E, ainda nesse âmbito, Oliveira colocou que não deveríamos nos preocupar com a busca baseados em conceitos abstratos.
O que faço com isso!?
Encontros e desencontros comigo mesmo; achar algo novo diferente do que acreditava encontrar; insistir num pseudo-erro com fé que este não é um erro; falar sem ter noção do que quero falar, mas apenas pelo ponto de estar próximo; catar em outra pessoa o que vi em quem eu quero; lavar o carro mesmo sabendo que vai chover; apagar alguém de minha vida; quais destas coisas não são abstratas? E pior, qual dos quatro acima está certo uma vez que estão falando da mesma coisa?
Resolver o problema parece sempre a melhor coisa, mas, assim como os macaquinhos que tem medo de subir a escada, a cada erro, resolver se torna mais doloroso. Deixar mais claro que se declarar ainda não sei como, a resposta negativa indicando receio é entendível porém, não acredito mesmo que esta forma de resolver não funcione. Talvez algo de errado que não esteja claro sendo isto, o que me leva novamente a conceitos abstratos enquanto eu não descobrir o que é ou alguém que descubra consiga me dizer, enfim, 20 reais para quem descobrir!
O que faço com isso!?
Encontros e desencontros comigo mesmo; achar algo novo diferente do que acreditava encontrar; insistir num pseudo-erro com fé que este não é um erro; falar sem ter noção do que quero falar, mas apenas pelo ponto de estar próximo; catar em outra pessoa o que vi em quem eu quero; lavar o carro mesmo sabendo que vai chover; apagar alguém de minha vida; quais destas coisas não são abstratas? E pior, qual dos quatro acima está certo uma vez que estão falando da mesma coisa?
Resolver o problema parece sempre a melhor coisa, mas, assim como os macaquinhos que tem medo de subir a escada, a cada erro, resolver se torna mais doloroso. Deixar mais claro que se declarar ainda não sei como, a resposta negativa indicando receio é entendível porém, não acredito mesmo que esta forma de resolver não funcione. Talvez algo de errado que não esteja claro sendo isto, o que me leva novamente a conceitos abstratos enquanto eu não descobrir o que é ou alguém que descubra consiga me dizer, enfim, 20 reais para quem descobrir!
Rasgando dinheiro...
Ser ou não ser, eis a questão! Comentário feito por sua psicóloga numa surra intelectual que lhe dara. A mulher tinha linhas de raciocínio para qualquer palavra que lhe trazia algum tipo de questionamento. Logo, não demorou para que Luiz a denominasse um guru sabichão dos preceitos comportamentais da sociedade!
Passado um tempo ali, como a consulta já tinha virado bagunça, inevitável nosso amigo não pergunta-la o porquê de meninos bonzinhos ficarem sozinhos mesmo sendo bons de cama. O silêncio era tal que levou nosso amigo a mais simples das reflexões. Esta dizia: “Meu caro, tu falou merda!”. Mas, acreditando que não veio ao mundo a passeio, imediatamente pensou numa solução para aquela situação, soltando em seguida a seguinte expressão: “Brincadeirinha!” Expressão essa que só consertou metade... Já era um bom começo não é mesmo?
Então, voltando à questão, colocou ali seus dramas e convicções de modo a expressar de uma forma mais suave e didática o que Luiz queria dizer com aquela pergunta. Ele estava confuso por sempre errar da mesma forma e não acreditava mesmo que o que fazia era um erro. Mulheres querem ser amadas, mas por outro lado, você não pode dizer que as amam antes do primeiro mês porque elas fogem. Pensou imediatamente em uns pãezinhos de queijo mas até estes não resolveriam a questão. Mas então Dona Psicóloga, o que me diz a respeito, perguntou Luiz. Esta, agora comovida confessou que o bonzinho não tem graça, é como feijão com arroz, alimenta, mas não é nada sem um algo mais.
Opa, a discussão prometia render, a pergunta seguinte era o que ela achava da atuação como oposto disso, tipo cachorros e cafajestes sem coração. Ela, já se amarrando na situação uma vez que nunca tinha rido tanto com tanta asneira de um paciente, respondeu que neste caso já não seria o Luiz. Fala sério que todo mundo conhece o Luiz a ponto de não acreditar mesmo que ele possa ser cachorro!? Até a psicóloga!
Então, se alguém lhe chamasse para ir a um cinema prometendo lhe pagar um sorvete, em que casos não iria? Ela ainda parou para pensar e, simplificando, respondeu que não iria se não estivesse afim. Opa, dali tiramos que o não querer era democrático, Luiz já sabia disto mas ainda nessa questão, o que seria uma pessoa que deseja um cinema com você mas quando finalmente a convida esta nega? Uma pessoa não muito esperta, respondeu sua psicóloga. Enfim, precisava ter ido à psicóloga?
Passado um tempo ali, como a consulta já tinha virado bagunça, inevitável nosso amigo não pergunta-la o porquê de meninos bonzinhos ficarem sozinhos mesmo sendo bons de cama. O silêncio era tal que levou nosso amigo a mais simples das reflexões. Esta dizia: “Meu caro, tu falou merda!”. Mas, acreditando que não veio ao mundo a passeio, imediatamente pensou numa solução para aquela situação, soltando em seguida a seguinte expressão: “Brincadeirinha!” Expressão essa que só consertou metade... Já era um bom começo não é mesmo?
Então, voltando à questão, colocou ali seus dramas e convicções de modo a expressar de uma forma mais suave e didática o que Luiz queria dizer com aquela pergunta. Ele estava confuso por sempre errar da mesma forma e não acreditava mesmo que o que fazia era um erro. Mulheres querem ser amadas, mas por outro lado, você não pode dizer que as amam antes do primeiro mês porque elas fogem. Pensou imediatamente em uns pãezinhos de queijo mas até estes não resolveriam a questão. Mas então Dona Psicóloga, o que me diz a respeito, perguntou Luiz. Esta, agora comovida confessou que o bonzinho não tem graça, é como feijão com arroz, alimenta, mas não é nada sem um algo mais.
Opa, a discussão prometia render, a pergunta seguinte era o que ela achava da atuação como oposto disso, tipo cachorros e cafajestes sem coração. Ela, já se amarrando na situação uma vez que nunca tinha rido tanto com tanta asneira de um paciente, respondeu que neste caso já não seria o Luiz. Fala sério que todo mundo conhece o Luiz a ponto de não acreditar mesmo que ele possa ser cachorro!? Até a psicóloga!
Então, se alguém lhe chamasse para ir a um cinema prometendo lhe pagar um sorvete, em que casos não iria? Ela ainda parou para pensar e, simplificando, respondeu que não iria se não estivesse afim. Opa, dali tiramos que o não querer era democrático, Luiz já sabia disto mas ainda nessa questão, o que seria uma pessoa que deseja um cinema com você mas quando finalmente a convida esta nega? Uma pessoa não muito esperta, respondeu sua psicóloga. Enfim, precisava ter ido à psicóloga?
sexta-feira, janeiro 20, 2006
A modesta estrela!
Luiz em uma bela quinta feira de sol e trabalhando igual a um corno. Uma amiga lhe convida para partir para um cineminha informal no fim do dia com um pessoal maneiro que curtia acampar. Este, na busca por novos caminhos por seguir, partiu para este novo empreendimento. E, como não poderia ser diferente, convidou seus amigos Ferreira e Gonçalves para tal. Ainda não acreditou como conseguiu convencê-los a ir, acho que ele aprendeu um novo método que certamente não será colocado aqui pois tem sido bastante eficaz. Os interessados me passem um e-mail que explico tudo.
Partiram e como estavam atrasados, chegaram à casa dela em menos de 15 minutos, foi uma ótima oportunidade para colocar em prática algumas aulinhas de direção ministradas por Gonçalves. Após encontrá-la, tudo calmo quando de repente... “POF!”. Aquele barulho bem peculiar que já foi apresentado a vocês em outras histórias. Pois é, Luiz bateu com o carro levando junto o desejo de todos por assistir um belo filme. Nada criativo e agora extremamente deprimido, nada melhor para ele que partir para o tal barzinho que tocava rock e tinha um tabuleiro de xadrez.
Seu dia mudou no momento que em poucas jogadas aplicou um lindo xeque-mate em Gonçalves. Tudo bem, Luiz perdeu inúmeras partidas depois, mas o que importava, era que Gonçalves levara um xeque-mate. Todos estavam felizes, riram, trocaram piadas, enfim, bem legal... Dali até surgiu uma idéia de partirem fim de ano para um lugarejo de velhinhos, tipo, Vassouras, Piraí, Valença... Afinal, pessoas com menos de 30 que amam jogos de tabuleiro se identificariam de cara com tais locais.
Mas o que importa começa agora. Sua amiga adorou seus amigos, adicionou-os no orkut, msn, comentou em blogs... Opa, em blogs? Pois é, se empolgou de uma forma que Luiz nunca vira antes, confessou que ninguém nunca tinha escrito tanto em seu blog. Eis que, ao ver onde ela comentou percebeu que um dos tópicos era sobre o projeto Lua. O projeto mais audaz que Luiz participou e que... Bom, leiam o Projeto Lua! Ela comentara que lamentava não ser linda feito a lua para ser contemplada com tal projeto. O que ela não sabia era que ela estava o tempo todo ao lado do autor do projeto que, outrora, já tecia comentários fantásticos sobre o quão admirava aquela modesta estrela.
Luiz, tenso ao perceber tais condições, deixou quieto. Até que, a tal estrela, chegou a Luiz perguntando sobre o autor do projeto, se ele realmente existia ou se tinha como um dia talvez ele a perceber. Luiz não podia dizer que ela já era notada, perderia toda a graça, e, do jeito que não sabia contar piadas, ela não entender o que Luiz diria sobre seria desastroso. Então, ainda tenso, deixou que ela falasse, realmente suas suspeitas estavam certas, ela foi atingida pelo tiro que errou a Lua. E agora?
Criatividade por vezes foi sobrenome de Luiz. E, para resolver, montou com ela um plano, ir ao cinema com um montão de gente! Criativo não!? O plano era chamar seu amigo e uma menina que Luiz muito gostava para assim resolver a questão. Ficaria então Luiz e a tal menina e sua amiga com Ferreira. Só que, a menina que ia com Luiz resolveu fazer doce, dificultar, complicar, enfim, comprometer o sucesso da operação. Luiz, extremamente preocupado partiu para o plano B. Este seria chamar uma amiga para ir. Porém, como nem tudo é perfeito só conseguiu chamar a mais gata de todas, fato este que deixava claro para Luiz que ele iria mesmo assistir o filme ainda que momentos tensos passara ao lado daquela menina.
Mas e Ferreira? Ele foi informado que ia ajudar Luiz com sua futura qualquer coisa. Como a amiga de Luiz pediu sigilo, ele não poderia saber que a vítima nisso tudo era ele. E partiram para buscar as meninas, Luiz tranqüilo e quieto até o momento em que mudou o itinerário, deveria ir para o Méier, mas estava indo para a Tijuca. Ferreira, que estava de olhos bem abertos e é o senhor da pesca de idéias da humanidade, notou que o caminho não era aquele. Luiz, agora com problemas, tenso estava por não saber como enrolar Ferreira. Disse que buscaria a Antunes, pois a Boboca tinha refugado. Porém, o que Luiz mais temia veio em seguida, um simples por quê.
E Luiz falou: “Ferreira, a parada é tensa!”. Ferreira continuou com os porquês, pois podia imaginar que seu amigo estava sendo audaz demais em investir na Antunes. Mas não, Luiz continuou dizendo que a parada era tensa mas para seu amigo, afinal, ele era a vítima da modesta estrela. Ferreira travou no banco e só disse uma palavra: “Continue!” Luiz explicou um pouco mais de forma a não deixar tudo claro, afinal, se contasse tudo Ferreira fatalmente chegaria na menina e talvez, de uma forma que ela notasse que ele sabia de algo, isto acabaria com o pouco de confiança que sua amiga o depositara.
Chegando ao local, tudo como combinado, amigos felizes assistindo o filme. Porém, Luiz tinha que fazer besteira, no fim do filme resolveu deixá-los a sós, fato este que comprometeu toda a operação uma vez que a estrela se viu extremamente irritada com tal atitude de Luiz. Após o reencontro Luiz fora espancado pela estrela e hoje acredita que ter amigas que façam algum tipo de arte marcial pode não ser uma boa coisa. Mas enfim, em seu íntimo jurava que estava ajudando.
Não soube exatamente como resolver a questão e, como os dois já teriam sido apresentados, resolveu então bloqueá-los de modo que no fim se acertassem sem correr o mínimo risco de que Luiz atrapalhasse de alguma forma. Mas não é que isso funcionou bem!? Esse negócio de mirar na lua dá futuro!
Partiram e como estavam atrasados, chegaram à casa dela em menos de 15 minutos, foi uma ótima oportunidade para colocar em prática algumas aulinhas de direção ministradas por Gonçalves. Após encontrá-la, tudo calmo quando de repente... “POF!”. Aquele barulho bem peculiar que já foi apresentado a vocês em outras histórias. Pois é, Luiz bateu com o carro levando junto o desejo de todos por assistir um belo filme. Nada criativo e agora extremamente deprimido, nada melhor para ele que partir para o tal barzinho que tocava rock e tinha um tabuleiro de xadrez.
Seu dia mudou no momento que em poucas jogadas aplicou um lindo xeque-mate em Gonçalves. Tudo bem, Luiz perdeu inúmeras partidas depois, mas o que importava, era que Gonçalves levara um xeque-mate. Todos estavam felizes, riram, trocaram piadas, enfim, bem legal... Dali até surgiu uma idéia de partirem fim de ano para um lugarejo de velhinhos, tipo, Vassouras, Piraí, Valença... Afinal, pessoas com menos de 30 que amam jogos de tabuleiro se identificariam de cara com tais locais.
Mas o que importa começa agora. Sua amiga adorou seus amigos, adicionou-os no orkut, msn, comentou em blogs... Opa, em blogs? Pois é, se empolgou de uma forma que Luiz nunca vira antes, confessou que ninguém nunca tinha escrito tanto em seu blog. Eis que, ao ver onde ela comentou percebeu que um dos tópicos era sobre o projeto Lua. O projeto mais audaz que Luiz participou e que... Bom, leiam o Projeto Lua! Ela comentara que lamentava não ser linda feito a lua para ser contemplada com tal projeto. O que ela não sabia era que ela estava o tempo todo ao lado do autor do projeto que, outrora, já tecia comentários fantásticos sobre o quão admirava aquela modesta estrela.
Luiz, tenso ao perceber tais condições, deixou quieto. Até que, a tal estrela, chegou a Luiz perguntando sobre o autor do projeto, se ele realmente existia ou se tinha como um dia talvez ele a perceber. Luiz não podia dizer que ela já era notada, perderia toda a graça, e, do jeito que não sabia contar piadas, ela não entender o que Luiz diria sobre seria desastroso. Então, ainda tenso, deixou que ela falasse, realmente suas suspeitas estavam certas, ela foi atingida pelo tiro que errou a Lua. E agora?
Criatividade por vezes foi sobrenome de Luiz. E, para resolver, montou com ela um plano, ir ao cinema com um montão de gente! Criativo não!? O plano era chamar seu amigo e uma menina que Luiz muito gostava para assim resolver a questão. Ficaria então Luiz e a tal menina e sua amiga com Ferreira. Só que, a menina que ia com Luiz resolveu fazer doce, dificultar, complicar, enfim, comprometer o sucesso da operação. Luiz, extremamente preocupado partiu para o plano B. Este seria chamar uma amiga para ir. Porém, como nem tudo é perfeito só conseguiu chamar a mais gata de todas, fato este que deixava claro para Luiz que ele iria mesmo assistir o filme ainda que momentos tensos passara ao lado daquela menina.
Mas e Ferreira? Ele foi informado que ia ajudar Luiz com sua futura qualquer coisa. Como a amiga de Luiz pediu sigilo, ele não poderia saber que a vítima nisso tudo era ele. E partiram para buscar as meninas, Luiz tranqüilo e quieto até o momento em que mudou o itinerário, deveria ir para o Méier, mas estava indo para a Tijuca. Ferreira, que estava de olhos bem abertos e é o senhor da pesca de idéias da humanidade, notou que o caminho não era aquele. Luiz, agora com problemas, tenso estava por não saber como enrolar Ferreira. Disse que buscaria a Antunes, pois a Boboca tinha refugado. Porém, o que Luiz mais temia veio em seguida, um simples por quê.
E Luiz falou: “Ferreira, a parada é tensa!”. Ferreira continuou com os porquês, pois podia imaginar que seu amigo estava sendo audaz demais em investir na Antunes. Mas não, Luiz continuou dizendo que a parada era tensa mas para seu amigo, afinal, ele era a vítima da modesta estrela. Ferreira travou no banco e só disse uma palavra: “Continue!” Luiz explicou um pouco mais de forma a não deixar tudo claro, afinal, se contasse tudo Ferreira fatalmente chegaria na menina e talvez, de uma forma que ela notasse que ele sabia de algo, isto acabaria com o pouco de confiança que sua amiga o depositara.
Chegando ao local, tudo como combinado, amigos felizes assistindo o filme. Porém, Luiz tinha que fazer besteira, no fim do filme resolveu deixá-los a sós, fato este que comprometeu toda a operação uma vez que a estrela se viu extremamente irritada com tal atitude de Luiz. Após o reencontro Luiz fora espancado pela estrela e hoje acredita que ter amigas que façam algum tipo de arte marcial pode não ser uma boa coisa. Mas enfim, em seu íntimo jurava que estava ajudando.
Não soube exatamente como resolver a questão e, como os dois já teriam sido apresentados, resolveu então bloqueá-los de modo que no fim se acertassem sem correr o mínimo risco de que Luiz atrapalhasse de alguma forma. Mas não é que isso funcionou bem!? Esse negócio de mirar na lua dá futuro!
domingo, janeiro 15, 2006
Timão em campo!
Nosso amigo estava triste, triste porque nada acontecia, seu armário continuava desarrumado, suas músicas zoneadas e sem falar no desejo imenso de ter uma pasta de cifras para violão organizadas por ordem alfabética. Confessou que a tal pasta até está organizada, tem muitas folhas dentro! Era um bom início manter as folhas lá dentro não é mesmo?
Mas enfim, foi procurar o que realmente podia fazer para ficar feliz, aprendeu outrora questões sobre foco, mas desaprendeu na mesma velocidade uma vez que a felicidade foi algo que se instalou em seu coraçãozinho após o primeiro êxito. Então os momentos tristes, tédio, a falta de uma lua para mirar, enfim, coisas não muito legais realmente se instalaram por ali.
Voltou em suas histórias e lembrou que loiras, loucas, devassas e sedentas por sexo já o fez muito feliz. E, com isto veio o questionamento, por que não continuar aquele processo? Opa! Luiz na night novamente! Desta vez, uma boate da moda na Zona Sul do Rio de Janeiro. Ele foi convidado por seus amigos Ferreira e Gonçalves. Luiz tinha para si que aquele não seria um dia muito legal, pois naquela boate estaria nada mais nada menos que a boboca mor, tensa para que Luiz rastejasse naquele chão tomado por uma mistura de fumaça de discoteca com o que fora derramado de algum tipo de bebida por pessoas que ali passavam.
Mas, seus amigos, muito mais sagazes no âmbito, lançaram a Luiz a chave do sucesso de muita gente. Disseram: “Vá meu caro e divirta-se! Conheça pessoas, zoe, dance, brinque, e quanto a quem não te quis não precisa condená-la, afinal, esta pessoa fez a escolha dela que, há de convir, não foi a mais esperta”.
Dali tínhamos um outro Luiz, um cara determinado e feliz por realmente estar indo para um lugar que outrora nunca pensou em encarar, e, com uma outra visão do que significava. Chegou lá e cumpriu todo o script, se divertiu, brincou, zoou, e, tomou vários tocos! Engraçado como o toco apareceu de forma tão engraçada, confessou que até o Sidney Magal fez parte de seus repertórios para abordagens, mas enfim, nunca riu tanto ao chegar em meninas.
Mas enfim, foi procurar o que realmente podia fazer para ficar feliz, aprendeu outrora questões sobre foco, mas desaprendeu na mesma velocidade uma vez que a felicidade foi algo que se instalou em seu coraçãozinho após o primeiro êxito. Então os momentos tristes, tédio, a falta de uma lua para mirar, enfim, coisas não muito legais realmente se instalaram por ali.
Voltou em suas histórias e lembrou que loiras, loucas, devassas e sedentas por sexo já o fez muito feliz. E, com isto veio o questionamento, por que não continuar aquele processo? Opa! Luiz na night novamente! Desta vez, uma boate da moda na Zona Sul do Rio de Janeiro. Ele foi convidado por seus amigos Ferreira e Gonçalves. Luiz tinha para si que aquele não seria um dia muito legal, pois naquela boate estaria nada mais nada menos que a boboca mor, tensa para que Luiz rastejasse naquele chão tomado por uma mistura de fumaça de discoteca com o que fora derramado de algum tipo de bebida por pessoas que ali passavam.
Mas, seus amigos, muito mais sagazes no âmbito, lançaram a Luiz a chave do sucesso de muita gente. Disseram: “Vá meu caro e divirta-se! Conheça pessoas, zoe, dance, brinque, e quanto a quem não te quis não precisa condená-la, afinal, esta pessoa fez a escolha dela que, há de convir, não foi a mais esperta”.
Dali tínhamos um outro Luiz, um cara determinado e feliz por realmente estar indo para um lugar que outrora nunca pensou em encarar, e, com uma outra visão do que significava. Chegou lá e cumpriu todo o script, se divertiu, brincou, zoou, e, tomou vários tocos! Engraçado como o toco apareceu de forma tão engraçada, confessou que até o Sidney Magal fez parte de seus repertórios para abordagens, mas enfim, nunca riu tanto ao chegar em meninas.
E, depois dali, que não chegou a ser um marco, as coisas mudaram um pouco. Lembrou de estatística e debatendo com amigos concluíram que, de 12, uma ficaria com ele... E partiu para o projeto. Tentou uma, duas, três, e na quarta já estava cansado (fora de forma sabe!), faltavam oito! Foi quando resolveu abrir o jogo para a menina (que era muito bela, tenso!) Sabe, é que eu não vou ficar com você, tenho que chegar em doze, faltam oito.
Ela achando ele louco, só a partir daquele momento parou realmente para dar atenção ao que aquele cara de camisa vermelha falava. Ele, então, explicou tudo, o que ele estava fazendo ali, quem mais estava ali, o que fizera até então e a tal estatística que provava que ele só teria êxito na décima segunda abordagem. Luiz continuou a perguntando se ela não queria fazer com que ele parasse de procurar, ela o fitou com aquele olhar que dizia: “Como menino!?”.
Há há há há! Pensamento no subconsciente de Luiz que não sinalizava nada diferente de: “É agora mané!”.
Mas era o Luiz que estava à frente daquela menina, tremeu na base e não fez o que tinha que ser feito. Ele deu um beijo no rosto da menina, sorriu e disse que precisava continuar sua procura. Não se preocupem, ele já apanhou muito por isso, mas é fato que dias melhores virão!
terça-feira, janeiro 10, 2006
A sobrinha!
Feriadão e pé na estrada. Luiz partiu com a galera para Arraial do Cabo para ver uns peixinhos, fazer um som, pegar uma praia, enfim, sair da rotina. Foram para uma pousadinha na beira da Praia Grande e por lá ficaram, felizes, por um bom tempo. Ao chegar lá, Luiz recebeu uma ligação de sua chefa, ela também estava naquela região. Puxa saco que só, resolveu lhe fazer uma visita. E qual foi a surpresa de Luiz ao ver que ela não estava só, e sim com uma bela sobrinha!!!???
Tal animação nem durou muito uma vez que lembrou que antes de perceber a sobrinha, a tia era sua chefa. E, se ela normalmente comia o fígado de Luiz, imagina o que ela comeria se Luiz se engraçasse para cima da querida sobrinha dela? È, lado racional pesou e pela primeira vez Luiz escutou seu superego. Mas, sempre muito cortês, observou a menina e notou que ela não estava nada nada feliz com aquele povo com uma idade mais elevada. Ofereceu então para que ela o acompanhasse para assim conhecer seu pessoal. Um belo sorriso foi o que ela lhe deu naquele momento.
Luiz a apresentou para a galera e há quem diga que ele já tinha até arranjado lugar para ela dormir. Dia seguinte, já era fato que Luiz a buscaria cedo para aproveitar mais um dia, e mais um dia e mais um dia... Mas, peraí? Tem algo errado!? O que víamos era uma menina super feliz ao lado de Luiz, não fazia nada sem ele e voltar para a casa da tia era simplesmente algo que não passava naquela cabecinha. Isso queria dizer algo!? Bom, com o superego de Luiz ainda no controle, significava que o fígado de Luiz ainda continuaria no mesmo lugar e trabalhando como nunca.
Já no terceiro dia, Luiz resolveu dar mais uma volta com ela, superego ainda no comando, riram, beberam, tomaram sorvete e o que tínhamos agora eram duas pessoas felizes conversando na beira do mar. Sentadinhos e falando abobrinhas. E, o que não são recordações!? Luiz se lembrou do Rock in Rio (http://lhco.blogspot.com/2005/05/rock-in-rio.html), um evento o qual passou 10 horas ao lado de uma menina e não tentou nada. Neste caso ele já estava partindo para a trigésima quarta hora e?? Nem pensou mais nada... Agarrou a mulher vorazmente! Depois de brincar, beber, tomar sorvete, falar abobrinhas, o que tínhamos agora eram duas pessoas rolando na areia.
Uma vez saciados, Luiz se lembrou de sua chefa, mas não da mesma forma, ele estava feliz e nem mais se importava se ela viesse a comer seu fígado, já teria aceitado até a forma cruel com que ele imaginou que ela tiraria seu fígado. Mas, o que não é uma mulher quando quer fazer um cara feliz. A menina, para fechar com chave de ouro o dia de Luiz, vira para ele e fala: “Luiz, minha tia não pode sonhar em saber...” Que dia feliz!
Tal animação nem durou muito uma vez que lembrou que antes de perceber a sobrinha, a tia era sua chefa. E, se ela normalmente comia o fígado de Luiz, imagina o que ela comeria se Luiz se engraçasse para cima da querida sobrinha dela? È, lado racional pesou e pela primeira vez Luiz escutou seu superego. Mas, sempre muito cortês, observou a menina e notou que ela não estava nada nada feliz com aquele povo com uma idade mais elevada. Ofereceu então para que ela o acompanhasse para assim conhecer seu pessoal. Um belo sorriso foi o que ela lhe deu naquele momento.
Luiz a apresentou para a galera e há quem diga que ele já tinha até arranjado lugar para ela dormir. Dia seguinte, já era fato que Luiz a buscaria cedo para aproveitar mais um dia, e mais um dia e mais um dia... Mas, peraí? Tem algo errado!? O que víamos era uma menina super feliz ao lado de Luiz, não fazia nada sem ele e voltar para a casa da tia era simplesmente algo que não passava naquela cabecinha. Isso queria dizer algo!? Bom, com o superego de Luiz ainda no controle, significava que o fígado de Luiz ainda continuaria no mesmo lugar e trabalhando como nunca.
Já no terceiro dia, Luiz resolveu dar mais uma volta com ela, superego ainda no comando, riram, beberam, tomaram sorvete e o que tínhamos agora eram duas pessoas felizes conversando na beira do mar. Sentadinhos e falando abobrinhas. E, o que não são recordações!? Luiz se lembrou do Rock in Rio (http://lhco.blogspot.com/2005/05/rock-in-rio.html), um evento o qual passou 10 horas ao lado de uma menina e não tentou nada. Neste caso ele já estava partindo para a trigésima quarta hora e?? Nem pensou mais nada... Agarrou a mulher vorazmente! Depois de brincar, beber, tomar sorvete, falar abobrinhas, o que tínhamos agora eram duas pessoas rolando na areia.
Uma vez saciados, Luiz se lembrou de sua chefa, mas não da mesma forma, ele estava feliz e nem mais se importava se ela viesse a comer seu fígado, já teria aceitado até a forma cruel com que ele imaginou que ela tiraria seu fígado. Mas, o que não é uma mulher quando quer fazer um cara feliz. A menina, para fechar com chave de ouro o dia de Luiz, vira para ele e fala: “Luiz, minha tia não pode sonhar em saber...” Que dia feliz!

